No visor de Brasilidade: Divindades, animais imaginários e atmosferas tropicais entram em cena nas galerias
Na Galeria Jacques Ardies: Arte Naif ou Arte Popular? Tanto faz, Arte do Brasil
Com 32 pinturas assinadas por oito artistas a mostra coletiva apresenta diversos trabalhos cujo tema principal é “fazendo arte brasileira”. Nesse sentido, os artistas brasileiros podem buscar sua inspiração junto as divindades, desenvolver seu pensamento por meio de cores e formas, se inspirar de animais imaginários provenientes de um outro universo, se influenciar do folclore, dos povos nativos e de atmosferas tropicais, das festas populares e dos cultos religiosos afro-brasileiros. As cores podem ser vibrantes e os traços poucos convencionais, as expressões podem ser autênticas, irreverentes ou teatrais, combinando humor e sensibilidade.
Na Sala MAS | Metrô – Estação Tiradentes: Sagrada Inclusão
Organizada em parceria com o Metrô de São Paulo e a Associação dos Amigos da Criança Autista (AUMA), a mostra Sagrada Inclusão apresenta obras criadas a partir de visitas prévias de grupos de crianças ao MAS. O projeto possui vários objetivos sendo que um dos mais relevantes é a “possibilidade de dar acesso a um segmento da sociedade muitas vezes excluído das experiências culturais, tanto do ponto de vista da apreciação quanto da produção”, explica Denyse Emerich, coordenadora do Núcleo de Ação Educativa do MAS.SP. SAGRADA INCLUSÃO mostra que pessoas com o Transtorno do Espectro Autista sentem, registram e transmitirem emoção!
No MAC de Niterói : Todas as Cores de Tomaz Viana
O artista criou uma famosa família de personagens misturando referências quase ligadas do graffiti, da animação e os mangás japoneses, com seu mundo particular. O MAC apresenta nesta mostra individual mais de 20 trabalhos inéditos do artista, também conhecido como Toz. As obras de Toz se destacam pelas formas vibrantes, cheias de alegria.
Na Galeria Millan: Pedras e bichos d'água de Marina Woisky
Com peças inéditas, a exposição apresenta obras criadas a partir de um procedimento de fabricação que mistura estamparia e costura, entre outros, e transformadas em animais e paisagens fantásticas. A exposição constitui uma paisagem insólita. Repleta de imagens de cachoeira e de animais, após passarem por dezenas de transposições de mídia e materialidade se tornam difíceis de decifrar, transformadas em seres limítrofes, como se vistos sob a refração da superfície de uma corredeira.”
Na Galeria Millan : EN2023 de Emmanuel Nassar
Com cerca de cem obras, a mostra constitui um panorama da carreira do artista paraense. Desde 1980, o artista aborda nas suas obras as noções de progresso e subdesenvolvimento sem deixar de lado sujeitos como a cultura de consumo de massa e as relações entre o sul e os centros hegemônicos.
No MASP: Sheroanawe Hakihiiwe : tudo isso somos nós
A exposição reúne 109 desenhos, monotipos e pinturas que resgatam tradições ancestrais, a memória oral e os saberes cosmológicos de sua comunidade yanomami. O artista começou a produzir na década de 1990 e desenvolveu uma técnica de produção de papel com fibras vegetais nativas (cana, algodão, banana e milho) e desde então produz obras utilizando tintas vegetais extraídas de folhas, frutas, animais e madeiras.
Sheroanawe Hakihiiwe, Pisha hena [Folha], 2021
Foto: Cortesia Galería ABRA/María Teresa Hamon
No Museu Afro Brasil: Roça é Vida
A exposição é inspirada nos livros Roça é Vida e Na companhia de Dona Fartura: uma historia sobre cultura alimentar quilombola, escritos por pesquisadores e educadores quilombolas do Vale do Ribeira (SP). A mostra é composta por originais e ampliações de aquarelas, além de fotografias e outros objetos de uso cotidiano.





























