Fractal Flowers de Miguel Chevalier à Brasilia
Pour en savoir + : http://www.fruc.biz
Carnet intime
Lieu de naissance : Saint Chely d’Apcher, Lozère
1er appareil photo : Un Exacta Varex IIB
1er boulot en tant que photographe : En 1980 auprès de Jean-Claude Izzo rédacteur de l’hebdo « Révolution »
Photographe préféré : Eugène Smith. Il était très impliqué dans ce qu’il faisait. J’aime beaucoup son côté clair obscur, la lumière et la composition de ses photos
Livre préféré : J’aime les énigmes d’Arturo Verde
Chanteur préféré : Du grand requiem de Berlioz en passant par Gainsbourg et Fats Waller, mes goûts musicaux dépendent de l’humeur du jour
Plat préféré : Grillade de mouton + pommes de terre accompagnés d’un bon verre de rouge
Adresse préférée : Le haut du Pic Saint Loup quand il n’y a personne
Sport préféré : J’aime faire du vélo et des courses automobiles
Brasilidade : La photographie aujourd’hui.
J-LE : Aujourd’hui tout le monde fait de la photo ! C’est du jamais vu !! La qualité se perd et pour moi cela n’est pas une bonne chose. Avec la démocratisation de l’image, la culture photographique, avec ses codes, est en train de disparaître. Je ne suis pas contre le numérique, mais son apparition a mis en péril le métier du reporter photographe. C’est tout le problème du journalisme actuellement. Quand les grands titres de presse font appel aux lecteurs, aux citoyens lambda, pour qu’ils envoient aux rédactions leurs photos prises lors d’un événement avec leurs téléphones portables, c’est une grande régression et un manque de respect aux codes déontologiques. L’époque où les photographes se battaient pour que leurs photos ne soient pas recadrées et se faisaient respecter est belle et bien révolue !!
Brasilidade : Le marché de la photographie.
J-LE : Il est difficile de parler d’un marché d’art en ce qui concerne la photographie. La photographie d’art ou d’auteur manque de reconnaissance. Il existe un marché pour la photo d’art ancienne (tirée sur du papier argentique, âgée de plus de 100 ans). Mais la photographie moderne est considérée un art mineur, un consommable et sans valeur. Aujourd’hui, la vie culturelle autour de la photographique est presque inexistante à cause de l’évolution technologique. Les clubs photo et les rencontres n’ont plus lieu d’être. Plus personne veut se rencontrer pour échanger et partager son point de vue et son expérience. Si l’on veut que la photographie de qualité continue d’exister, indépendamment de sa commercialisation, on ne peut pas négliger tout ce qui a été fait avant.
Brasilidade : Visa pour l’image, Festival d’Arles et Pavillon Populaire à Montpellier.
J-LE : Globalement, il y a des images intéressantes à voir dans ces trois endroits. Perpignan a pris le contre-pied d’Arles. Le problème c’est que Visa pour l’Image ne dure que 10 jours et qu’il y a trop de choses à voir sur le même thème. On sature très vite. Il y a quelques années, certains auteurs arrivaient à mettre en valeur les sujets les plus durs. Aujourd’hui, on ne voit pas la différence entre les auteurs. Je pense que c’est dû à la technologie moderne : la façon de traiter le contenu de l’image est très linéaire. Le Pavillon Populaire n’a pas été, pour moi, suffisamment aménagé pour accueillir des expositions dans de bonnes conditions d’éclairage et de confort pour le visiteur. Mais il a le mérite d’exister toute l’année.
Brasilidade : Qu’est-ce que tu aimes photographier le plus ?
J-LE : Je n’ai pas de sujet de prédilection. J’aime la beauté de toute chose, mais j’aime aussi que mes photos servent à une cause (sociale, humaine ou politique) et qu’elles fassent avancer les choses ! Si j’y arrive ? Parfois oui, parfois non !
Brasilidade : Le mot de la fin.
J-LE : La fin justifie les moyens. Personne n’est objectif dans l’absolu. Il n’y a rien de plus subjectif qu’une photo. Toutes les images sont manipulatrices et l’on doit les regarder telles qu’elles sont.
(1) « Des handicapés dans la mine » ; « Mort de froid au centre ville » ; « Une cité dans la ville » ; « Cuba » ; « Manifestations et fêtes populaires en Occitanie » sont quelques unes de ses expositions
(2) Série "Caves Coopératives"
As melhores reportagens de Lillian Ross
Em 32 textos, a lendária repórter da revista The New Yorker, precursora do jornalismo literário, retrata celebridades do mundo do cinema, da literatura e da moda, ao lado de personagens anônimos. A autora inovou a forma de contar histórias e fazer reportagens, com seu jeito único de apurar e, depois, descrever o que viu e ouviu.
Ed. Carambaia
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Anna Hibiscus
Da autora nigeriana Atinuke, o livro apresenta ao leitor as histórias de uma garotinha que vive com sua família numa megacidade da Nigéria contemporânea, desafiando os estereótipos estrangeiros sobre o continente. Ed. Carambaia
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A poética da relação
A obra de Édouard Glissant fala sobre a relação, um processo de contaminação de todas as diferenças reunidas sob as correntes da escravidão e do colonialismo. A relação pressupõe conhecer o abismo dessa experiência, pois é a partir dela e da abertura da imaginação que se dá a partilha de mundos unidos pela própria separação.
Ed. Bazar do Tempo
Santos de casa
O livro de Luiz Antonio Simas traz um rico panorama histórico e cultural dos santos e santas da tradição católica, destacando os modos com que foram incorporados à cultura popular brasileira.
Ed. Bazar do Tempo
Os herdeiros de Jurema
O livro de Eva Potiguara apresenta a historia de Jurema, uma jovem indígena que não mede esforços para lutar por seu povo na guerra contra a invasão de território imposta por fazendeiros. Ed. Jandaíra
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Vitral
Amor, violência e solidão se amalgamam, se confundem e se traduzem na construção da escrita de Thaís Reis. O vitral é erguido em palavras onde a autora edifica suas memórias e observamos o intricado desenho das experiências humanas, onde cada momento fornece a reflexão de que somos seres interligados por nossas experiências.
Ed. Patuá
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Na Galeria Alma da Rua I : Ronah Carraro
Com Recortes o artista explora a sua trajetória no grafitti e propõe uma reflexão sobre as camadas da sociedade desafiando os limites da arte e sugerindo novos olhares sobre o mundo. Através de sua técnica, o artista retrata a diversidade comportamental e as nuances da vida cotidiana. A utilização de cores vibrantes reafirma a conexão entre arte urbana e grafitti.
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No Instituto Tomie Ohtake: Mira Schendel
Esperar que a letra se forme é uma exposição-ensaio acerca da presença do sinal gráfico na obra da artista.
No Instituto Tomie Ohtake: Carlito Carvalhosa
A metade do dobro é uma retrospectiva da carreira do artista e apresenta cerca de 150 obras reunindo exemplos da constante experimentação do artista que navega entre pintura, escultura e instalação.
No IMS Paulista: Thomaz Farkas
A retrospectiva dos trabalhos do fotógrafo e cineasta reúne cerca de 500 itens, entre fotografias, filmes, equipamentos e documentos. A mostra também exibe trabalhos de outros profissionais que atuaram em colaboração com o artista, destacando a coletividade enquanto aspecto central de sua trajetória.
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Na Galeria Zipper : Ivan Grilo
Esta exposição apresenta o uso do bronze na obra do artista e como ele se transforma em um símbolo de durabilidade e permanência. Ivan Grilo utiliza o bronze para gravar frases que remetem à transitoriedade e à delicadeza da existência humana criando um contraste entre o objeto e sua mensagem.
Na Carpintaria (RJ): A conspiração dos ícones
Mostra coletiva que reúne doze artistas de diferentes regiões do Brasil cujas obras tecem uma teia de relações entre territórios, saberes tradicionais e técnicas contemporâneas. Esse projeto é uma parceria das galerias Fortes D'Aloia & Gabriel e Quadra.
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Na galeria Ricardo Camargo : Alcides Pereira dos Santos
A exposição reúne 16 obras inéditas da coleção do marchand Roberto Rugiero as quais abordam temas centrais da produção de Alcides como a natureza e a espiritualidade e transitam entre arte naif e art brut. Destaca-se a originalidade do artista, seu estilo próprio, a utilização de materiais inusitados, assim como sua abordagem minimalista e contemporânea.
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Na galeria Alma da Rua II: Amor Punk
Individual do artista visual Onurb que explora a fusão entre a estética punk e arte urbana contemporânea nas suas obras. Destaca-se o estilo vibrante, marcado por cores intensas e formas geométricas, a presença de elementos da cultura popular e a representação feminina como fonte de poder e resistência.
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Na galeria Nonada SP: Saravá o Invisível
Individual do artista Cipriano que apresenta trabalhos inéditos onde são exploradas as relações entre memória, espiritualidade e materialidade. Destaca-se a interligação entre o visível e o invisível, o pessoal e o coletivo.
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Ao incluir a União Africana como membro permanente do G20, aumentando o número de países representados de 44 para 99, denota-se que os membros do G20 foram responsáveis por 77% das emissões em 2023, alertam os responsáveis do PNUMA.
Com o aumento das emissões e o agravamento das mudanças climáticas, é necessário promover e gerenciar ações que protejam o meio ambiente e estimule o desenvolvimento sustentável assim como renovar a necessidade de responsabilidades diferenciadas entre as nações.
Outras opções e medidas voltadas para a preservação ambiental
O aumento da implantação de tecnologias solares fotovoltaicas e energia eólica pode fornecer 27% do potencial total de redução em 2030 e 38% em 2035. Medidas climáticas voltadas para as florestas podem gerar cerca de 20% do potencial em ambos os anos. Outras opções impactantes incluem medidas de eficiência, eletrificação e troca de combustível nos setores de edifícios, transporte e indústria.
É possível cumprir as metas da COP28 de triplicar a capacidade de energia renovável até 2030, dobrar a taxa média anual global de melhorias na eficiência energética até 2030, fazer a transição dos combustíveis fósseis e conservar, proteger e restaurar a natureza e os ecossistemas.
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)
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Visa pour l’Image – Festival International du Photojournalisme
Du 30 août au 14 septembre 2008
Les expositions – reportages ou anthologies d'un photographe – abordent une grande diversité de sujets : guerre, nature, environnement, populations, religions, faits de société et grands fléaux de notre époque.
* Tamarillos
2, Place du Marché aux Fleurs à Montpellier
**Le Tamarillo est un fruit grappe d’un arbuste originaire d’Amérique du Sud à la couleur jaune ou rouge et à la saveur âpre et acidulé.
Plusieurs films brésiliens seront présents au Festival de Cannes: “Linha de Passe” de Walter Salles et “Blindness” de Fernando Meirelles seront les deux films en compétition. “A Festa da Menina Morta” de Matheus Nachtergaele sera programmé dans ‘Un Certain Regard’. “O Som e o Resto” de André Lavaquial, Escola de Cinema et Darcy Ribeiro seront programmés dans ‘La Cinéfondation’.
En plus, le film “Quatro noites com Anna”, le dernier film du réalisateur polonais Jerzy Skolimovski, produit par Paulo Branco, ouvre la Quinzaine des Réalisateurs, ce 15 mai.
Jouets et jeux, déco de noël et d’intérieur, bijoux, vêtements, papeterie et instruments de musique : les produits Artisans du Monde reflètent le savoir-faire et la tradition des producteurs d’Afrique, d’Asie et d’Amérique latine.
Coton biologique, ivoire végétal, papier recyclé, soie, laine d’alpaga : aux matières
naturelles de nos produits répondent des formes originales formes originales formes originales formes originales et actuelles.
La vente d’artisanat est l’une des spécificités d’Artisans du Monde et répond souvent à un enjeu fort pour les producteurs. Beaucoup d’articles sont produits par des femmes qui exercent pour la première fois un travail régulier.
L’artisanat permet donc à certaines familles d’échapper à l’exode rural et constitue un levier important pour le développement des habitants du Sud tout comme il contribue à valoriser la culture locale.
Source et points de vente : www.artisansdumonde.org
Photo: Marc Coudrais