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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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23 octobre 2023

No visor de Brasilidade : Uma programação rica e eclética de fotografias, pinturas e esculturas

Fotografia : Festival Photo Saint Germain em Paris

A partir de 2 de novembro começa a 12a edição do trecho fotográfico da rive gauche: 24 dias, 35 exposições, projetos inéditos e mais de 70 fotógrafos. Organizado no coração de Paris, no bairro emblemático de Saint-Germain-des-Prés, o festival anual é destinado à promoção da criação fotográfica e acontece em uma seleção de museus, centros culturais, galerias e livrarias da rive gauche apresentando uma programação rica e eclética. Acesso gratuito.

Na Casa de Cultura do Parque : Pintura, fotografias e esculturas

A Casa de Cultura do Parque inaugura três exposições: O, de Alexandre Canonico, obras plásticas onde o artista incorpora na sua produção fita crepe, pintura e spray de tinta, no sentido de manifestar memórias e cicatrizes. Solo fraturado de Sonia Guggisberg que mergulha nos registros da cineasta durante a crise hídrica da Represa Jaguari, do Sistema Cantareira, em 2014. Entre fotografias e vídeos, a artista trata da violência da crise ambiental, enquanto os óxidos entre as rachaduras trazem à tona tons avermelhados e roxos, revelando imagens nunca antes vistas. E a coletiva Margem de erro, fotografias e esculturas, que reúne quatro artistas que encontram no ambiente caseiro suas matérias poéticas.

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Imagem: O, de Alexandre Canônico

Tulio Pinto, Buraco no Céu 

O Museu Oscar Niemeyer de Curitiba expõe 32 obras do artista entre esculturas e instalações que se sustentam em equilíbrio ao tensionar a fragilidade do vidro contra o peso do aço.

47a Mostra internacional de Cinema de São Paulo

Até 1° de novembro o cinema do IMS Paulista recebe parte da programação da Mostra internacional. Nas telas, uma seleção do que o cinema contemporâneo mundial tem produzido atualmente.

Na Galeria Arte Aplicada: União poética, pequenos formatos

A mostra explora a visão do escultor Márcio Faria, que transforma aço e madeira em obras de arte, onde cada escultura conta uma história distinta, explorando o contraste entre a frieza do aço e o calor da madeira.

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Imagem : Marcio Faria 

Na Galeria Quadra de SP: A volta da sorte, de Thomáz Rosa

O trabalho do artista permite diversas leituras dos elementos onde estampas, desenhos e pinturas exploram a espacialidade em uma composição prismática com toda sorte de signos.

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Imagem: Thomaz Rosa

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10 avril 2023

Pinturas : Marcio Gobbi inaugura Escritório de Arte com mostra de Arte Popular

Até 13 de maio

Pintura e Festividade Popular apresenta 15 pinturas de artistas autodidatas brasileiros que registram comemorações e festas, religiosas e populares, no país. 

Pintura e Festividade Popular destaca a Arte Popular, uma representação artística formada por manifestações do que cria e consome o povo. Sem educação formal em artes plásticas, os artistas desenvolvem técnicas e habilidades a partir de tradições locais, por vezes transmitidas através das gerações, com características marcantes de ingenuidade e espontaneidade.

Marcio Gobbi Escritório de Arte

Rua dos Ingleses, 165 – Bela Vista, SP

_Maria Auxiliadora

Jose Antonio da Silva

 

Marcio Gobbi Escritório de Arte

24 novembre 2022

No visor de Brasilidade : Enquanto as pedras esperam individual de João Modé

A Gentil Carioca apresenta  Enquanto as pedras esperam individual de João Modé na galeria em São Paulo.
A mostra apresenta trabalhos inéditos em que o artista pensa o tempo enquanto matéria intrínseca da sua criação. As obras de Modé propõem um outro ritmo - vivem transformações sutis. Refletem o tempo geológico da natureza investigando, pelos seus próprios processos, os seus ciclos. No avesso de todas as coisas percebemos um paciente, delicado e constante movimento que indica que aqui, tudo está vivo.

joao modé

13 février 2023

Na Galeria Vermelho: Novas exposições celebram relação entre o homem e a natureza

Até 23 de março

A Vermelho apresenta novas exposições de Cadu e da artista portuguesa Gabriela Albergaria. Em seu repertório convivem performances, instalações, desenhos, pinturas, objetos, esculturas e vídeos influenciados por temas ligados a sistemas, à repetição, ao jogo, ao tempo e à circularidade. Suas obras celebram a relação entre o homem e a natureza, entre o racional e o instintivo, entre o caos e o rigor.  A obra de Gabriela Albergaria envolve um território: a natureza. Uma natureza catalogada, manipulada, plantada, renomeada e transportada através da pesquisa contínua de florestas e jardins. Para Albergaria, esses locais constituem sistemas de representação e mecanismos descritivos que sintetizam o conjunto de crenças que usamos para representar o mundo natural.

Paralelamente, a galeria abriga a mostra A Deusa Linguagem mostrando obras de 14 artistas que integram o grupo avançado de estudos do Ateliê Fotô. 

Vermelho

Crédito : Cadu

27 mars 2023

No visor de Brasilidade: Imaginário e símbolos acentrais tornam-se matéria-prima para artistas contemporâneos

NONADA não é aqui - Superfície Matéria | <Densidade Identitária>, é uma mostra coletiva com 25 obras de 18 artistas que reúne elementos importantes como questões identitárias, raciais e sociológicas. De passagem por São Paulo, a galeria carioca pretende agir “ com o intuito de suprir lacunas, promover encontros e descobertas e se distanciar dos rótulos. NONADA é um híbrido que pesquisa, acolhe, expõe e dialoga. Deixa de ser nada e passa a ser essência por acreditar que o mundo precisa de arte… e arte por si só já é lugar”, definem João Paulo, Ludwig, Luiz e Paulo, responsáveis pelo projeto.

Até 2 de abril

Local : Pça da Bandeira, 61 – SP

 

Siwaju_NONADA não é aqui

 

Crédito : NONADA

No MASP : Carmézia Emiliano - a árvore da vida 

São apresentadas 35 pinturas sobre tela, sendo oito delas desenvolvidas especialmente para a mostra, divididas em sete núcleos que abordam temas relacionados à subjetividade da artista e à vida em comunidade, refletindo manifestações culturais macuxis, como a dança do parixara, os jogos e brincadeiras relacionados aos períodos de festas – por exemplo, o de colheita da mandioca –, assim como a vida comunitária, manifesta nas pinturas que representam habitações e espaços em comum. Também se destacam os registros da transmissão de saberes, das redes de apoio entre mulheres e da relação de profundo respeito e cooperação com a natureza.  

Até 11 de junho

carmézia

Carmézia Emiliano, Wazaká – A árvore da vida, 2022
Foto: Rodrigo Guedes da Silva

O MASP também apresenta a mostra MAHKU: Mirações com cerca de 120 pinturas e desenhos que se originam tanto de traduções e registros de cantos, mitos e histórias de sua ancestralidade, como de experiências visuais geradas pelos rituais de nixi pae – que envolvem a ingestão de ayahuasca – denominadas mirações.

Até 4 de junho

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Ibã Huni Kuin | Bane Huni Kuin, Movimento dos artistas Huni Kuin (MAHKU), Sem título, 2017. Foto: Eduardo Ortega

Na Galeria Zipper : "Orquestra Assinfônica Fotossintética" de Camille Kachani

O artista elegeu cuidadosamente oito instrumentos musicais para trabalhar em seu ateliê, evocando o processo de transformação da natureza. "Orquestra Assinfônica Fotossintética" reúne mais que esculturas, divaga entre cordas, volutas, estandartes e teclas, onde nascem ramos, flores, folhas e indícios da vida animal, preenchendo a galeria com uma filarmônica silenciosa.

Na A Gentil Carioca : Maria Nepomuceno e Valentina Liernur - Condo São Paulo 2023

Condo é uma ação colaborativa entre galerias internacionais. As anfitriãs compartilham seus espaços, recebendo artistas de outras galerias. Nesta edição, A Gentil Carioca, junto à artista Maria Nepomuceno, recebe a galeria Isla Flotante com a artista argentina Valentina Liernur.

Maria apresenta seu novo grupo de trabalhos, Gira. Memórias de um imaginário poético e pessoal tornam-se matéria-prima com a qual a artista acessa as próprias origens, trazendo materiais e símbolos ancestrais como mantras de formas que se repetem e se concretizam nas obras. Elementos como a palha trançada fazem referência à figura do cordão umbilical - um conector de gerações que perpetua o ciclo vital e se materializa em espirais nas criações de Maria. 

Valentina estabelece uma exploração constante das formas com que os materiais podem se apresentar no desenvolvimento das pinturas em sua produção. Alternando entre a abstração e a figuração, e muitas vezes encorajando o surgimento de tensões e deslizes entre esses modos de pintura, Liernur procura manipular e aprimorar a materialidade do suporte escolhido.


Até 20 de maio
Local : Travessa Dona Paula, SP

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Maria Nepomuceno | Gira #1, 2023

Imagem: Pedro Agilson

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27 mars 2023

Em cartaz na Galeria Base : Chico da Silva, A Boca do Mundo

Até 15 de abril 

A mostra comemorativa do centenário do artista apresenta cerca de 20 pinturas a guache sobre papel, da década de 1960, período considerado como um dos mais representativos em sua trajetória. Pássaros, dragões, peixes e outras criaturas fazem parte do universo de Chico da Silva desde seus primeiros traços desenhados nas paredes das casas da Praia do Pirambu em Fortaleza.

Os diferentes seres representados pelo artista nesta exposição  chamada A Boca do Mundo são figuras pintadas com bocas abertas que indicam “ a defesa do território, as brigas pelo alimento, a proteção e o acolhimento das crias inseridas em uma cosmologia na qual a figura humana pouco aparece”.

Como disse o próprio artista “minha pintura é a minha própria linguagem. Sobre o sentido da alegria que sinto, ela é grande e, sobre a beleza que vejo no matizado das cores, ela é rica. O que sai do meu coração é rico e bonito; eu é que sou feio e pobre.”

Local: Al. Franca 1030, SP

Chico da Silva_A Boca do Mundo_BASE (13)

Chico da Silva_A Boca do Mundo_BASE (5)

 

Imagens: Chico da Silva , A boca do mundo

24 novembre 2022

Livro em destaque : Cura Áspera de Leo Sombra

O fotógrafo potiguar Leo Sombra apresenta o seu livro Cura Áspera com 26 imagens autorais e textos de Rosely Nakagawa e Renato De Cara,

O livro Cura Áspera narra através de fotografias o período em que Sombra quebrou o pé em 2016 e precisou ficar imobilizado durante alguns meses esperando o seu restabelecimento. Enquanto isso, seu olhar prestava a atenção à sua volta, elencando detalhes para ele preciosos. Junto à presença da avó, folhas, flores e pequenos animais formaram ali um alento, um microcosmos à espera do tempo.

Leo Sombra_Beijaflor - 2018 - 46x28cm - negativo fotográfico vencido

Leo Sombra_Ninho - 2016 - 12x20cm - papel fotográfico vencido

 

Imagens: Leo Sombra

20 décembre 2022

No MASP : Coletânea de trabalhos de Cinthia Marcelle

Até 26 fev 2023

A coletânea de 49 trabalhos, sendo 10 desenvolvidos no contexto da exposição, atravessa diferentes aspectos da produção da artista mineira Cinthia Marcelle considerada figura central na arte contemporânea brasileira.

O conjunto de obras selecionadas cobre quase duas décadas da produção da artista. A mostra também conta com trabalhos produzidos em parceria com o cineasta Tiago Mata Machado e o artista sul-africano Jean Meeran, importantes colaboradores de Marcelle.

Por meio de instalações, fotografias, vídeos, pinturas, colagens e desenhos que fazem uso de elementos do cotidiano, Cinthia Marcelle estuda a maneira como os objetos, as ideias e os conceitos são ordenados no mundo, bem como as estruturas de poder e as hierarquias que sustentam esses sistemas de organização – sejam eles políticos, sociais ou culturais. 
O título da exposição - Por via das dúvidas - se refere a um trabalho da artista que consiste em desenhar um muro de tijolos com um rolo de fita-crepe e uma folha de papel. Esse trabalho estabelece relação com outro, também apresentado na exposição, intitulado Explicação (2014). Em ambos, percebe-se o gesto simples da artista de interromper o comprimento da fita com um corte manual e cuidadosamente remontá-la no formato de um muro sobre uma folha. O que os distingue é a representação do muro: enquanto Explicação designa um muro intacto, Por via das dúvidas (2014) o representa em ruínas. 

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Cinthia Marcelle, Trouxa. Foto: Eduardo Ortega

3 octobre 2022

Livro em destaque : A família Medeiros de Júlia Lopes de Almeida

Em uma trama repleta de segredos e tensões que abalam o dia a dia de todas as personagens, o romance de Júlia Lopes de Almeida opõe o conflito entre jovens abolicionistas e uma geração anterior de escravistas.

Escrito em fins do século XIX por uma mulher abolicionista e feminista, o texto é uma ode à liberdade capaz de desenhar um retrato preciso de um dos momentos mais marcantes de nossa história: o fim do escravismo. 

A família Medeiros é um texto que constrói uma crítica severa ao patriarcado, ao escravismo e aos valores conservadores da sociedade Oitocentista. Ao mesmo tempo, o livro também é capaz de mostrar cenas de protagonismo a favor da liberdade e de caracterização da realidade brasileira, como as rebeliões de escravizados, os discursos abolicionistas e o início da imigração europeia.

Editora Carambaia

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3 octobre 2022

Em destaque no Museu de Arte Sacra de São Paulo : Um Povo unido pela Fé

Até 13 de novembro

Em parceria com Metrô | Companhia do Metropolitano de São Paulo e o Consulado Geral da República Dominicana de São Paulo, o MAS inaugura Um Povo unido pela Fé, dos fotógrafos Victor Siladi e Edwin Rosário com 23 painéis coloridos que exibem as sementes das quais germinou um povo ‘unido pela fé’, que é a República Dominicana.

As imagens que compõem a exposição no MAS exibem detalhes da história e da evolução dos espaços devocionais com registros que incluem desde as primeiras ermidas ou igrejas, a primeira missa, o primeiro batismo cristão nas Américas, tudo parte do projeto evangelizador dos Reis Católicos de Espanha. Os vestígios das primeiras representações da Igreja Católica se refletem, ainda hoje, nos edifícios da capital Santo Domingo.

A materialização do sagrado, através da arquitetura e dos objetos litúrgicos registrados, torna-se um meio para reunir e instruir os fiéis, promover a devoção e a prática do culto. Nesse sentido, a arte sacra é uma manifestação de encontro e difusão que fala por si.

A República Dominicana é parte do arquipélago das Grandes Antilhas na região do Caribe e foi colonizada pelos espanhóis porém a ilha tem raizes europeias, africanas e americanas. Apesar das diferenças culturais e das desigualdades sociais, os habitantes da ilha toleram todas as religiões e compartilham fortes tradições populares, como a música por exemplo.

Um Povo unido pela Fe (3)

 

Um Povo unido pela Fé / MAS

12 novembre 2022

Museu de Arte Sacra de São Paulo : Chico da Silva, Conexão Sagrada, Visão Global

A exposição Chico da Silva: Conexão Sagrada, Visão Global, apresenta pinturas com temas recorrentes do imaginário do artista como peixes e pássaros fantásticos além de criaturas míticas e dragões conhecidas por “fazer uma conexão entre o sagrado e o natural”.

O universo do artista mescla fábulas e cosmologias populares amazônicas do norte e nordeste do Brasil, representando um pleno florescimento do traço sofisticado e das cores vibrantes usadas pelo artista.

Francisco da Silva (1910-1985), conhecido como Chico da Silva, foi um artista brasileiro de ascendência indígena. No final da adolescência deixou sua casa no Acre e mudou-se para Fortaleza (CE), onde morou o resto da vida. Desde cedo, Chico pintava criaturas fantásticas nas paredes das casas dos pescadores. Foi na década de 1940 que o crítico de arte suíço Jean-Pierre Chabloz conheceu sua obra visionária no Brasil; e foi Chabloz, quem primeiro introduziu Chico à pintura e ao papel. 

Até 8 de janeiro de 2023

Chico da Silva_stitulo – sd – guache s papel – 56x76cm

Chico da Silva_stitulo 1970 – AST – 115x153cm

 

Chico da Silva / MAS

25 juillet 2022

Exposição na Galeria Belizário : O concreto já rachou! de Reynaldo Candia

Até 13 de agosto de 2022

A BELIZÁRIO Galeria apresenta a mostra O concreto já rachou!, de Reynaldo Candia, artista paulistano que criou 35 obras inéditas que representam a construção de um sonho e o momento em que o sonho começa a trincar e a rachar, deixando prestes a desabar os pontos frágeis da construção.

O concreto, o ferro e a madeira são os principais elementos utilizados pelo artista na construção de seus trabalhos. Pinturas, colagens, intervenções fotográficas, instalação, técnicas e suporte diversos, todos criados em 2022, preenchem o espaço e contam a história da pesquisa do artista que, após uma imersão na região nordeste, virou seu foco para o planalto central.

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 Reynaldo Candia / Belizario

22 août 2022

Em cartaz no Instituto Tomie Ohtake : Desenhos e gravuras do mundo

A partir de 2 de setembro

Os trabalhos reunidos nesta exposição são provenientes do maior acervo de desenhos e gravuras do mundo, o Albertina Museum, fundado em 1776, em Viena, que conta com mais de um milhão de obras gráficas. 

A seleção das 154 peças para esta mostra, organizada pelo curador chefe do museu austríaco, Christof Metzger, em diálogo com a equipe de curadoria do Instituto Tomie Ohtake, é mais um esforço da instituição paulistana de dar acesso ao público brasileiro a uma coleção de história da arte, não disponível em acervos do país. 

Com trabalhos de 38 mestres, do Renascimento à contemporaneidade, a exposição chega a reunir mais de dez trabalhos de artistas célebres, para que o espectador tenha uma visão abrangente de suas respectivas produções em série sobre papel.

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30 juin 2022

Em breve : 26a Bienal do Livro de SP tem como convidado de honra Portugal

De 2 a 10 de julho no Expo Center Norte

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo é o palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país. Esse reencontro está marcado para o começo de julho com uma programação multicultural abrangente mesclando literatura, gastronomia, cultura, negócios e muita diversão!

Para completar essa edição histórica, teremos como Convidado de Honra - Portugal, quando celebramos os 200 anos da independência do Brasil, unidos eternamente em nossa língua mátria.

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7 juin 2022

Arte em cartaz na Galeria Jacques Ardies : Tributo à artista naïf Wilma Ramos

A galeria situada na Vila Mariana exibe a exposição Homenagem a Wilma Ramos. Composta por 24 telas em acrílico pintadas pela artista no período entre 1981 e 2005, as obras - de colorido intenso e figuras com detalhamento minucioso - valorizam a representação de temas cotidianos e manifestações culturais de um povo. 

As obras de Wilma Ramos possuem temas como oxuns, pescadores trabalhando, feiras livres, colheitas de laranja e cana de açúcar, festas populares, bonecos gigantes, a malhação de Judas, as procissões religiosas e a festa do Divino Espírito Santo, os retratos de imagens sacras, como a incrível Nossa Senhora do Arco-Íris e de São Francisco dormindo na mata brasileira.

“Quase tudo que pinto ligo a fauna e a flora. Sou defensora da natureza. Essa é uma forma de dar um alô sobre a necessidade de preservar o meio ambiente”, declarou a artista.

Até 18 de junho 

Wilma Ramos_Baianas 30x40 - 2003

 

Wilma Ramos / J Ardies

25 mars 2022

Não perca na Pina Luz : Adriana Varejão: Suturas, fissuras, ruínas

De 26.03 à 1,08.2022

A Pina Luz apresenta  Adriana Varejão: Suturas, fissuras, ruínas,  exposição panorâmica reunindo, pela primeira vez, um conjunto significativo de mais de 60 obras, desde 1985 até 2022.
A seleção dos trabalhos propõe uma narrativa da obra de Varejão, uma das artistas brasileiras mais potentes da atualidade, que evidencia a diversidade e a complexidade de sua produção.
Sua obra põe em pauta o exame reiterado e radical da história visual, das tradições iconográficas europeias e das convenções e códigos materiais do fazer artístico ocidental. Desde suas primeiras pinturas barrocas, a superfície da tela nunca é mero suporte; ao contrário, é um elemento essencial da mensagem da pintura. O corte, a rachadura, o talho e a fissura são elementos recorrentes nos trabalhos da artista desde 1992.  Varejão não tem medo da ruptura e da experimentação.

pina luz

30 mai 2022

Prêmio Mulheres Rurais : Alagoas, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul vencem o prêmio promovido pela ONU

Os coletivos de mulheres rurais de Alagoas, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul venceram a primeira edição do Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece. 

O objetivo do concurso é dar destaque às experiências que incentivem a autonomia econômica das mulheres rurais para promover a igualdade de gênero, aumentar a visibilidade delas e valorizar a diversidade como matriz do desenvolvimento econômico, social e cultural. 

As vencedoras receberam valores destinados a melhorar os seus empreendimentos. O primeiro lugar recebeu R$ 20 mil, o segundo, R$ 10 mil e o terceiro, R$ 5 mil. Além dos recursos financeiros, a premiação inclui assessoria para os negócios, capacitação e equipamentos.

As mulheres produzem cerca da metade dos alimentos e representam 43% da mão de obra agrícola, mas ainda têm seu papel e importância negligenciados e estão fora dos principais espaços de decisão. No geral, as mulheres no campo também têm mais dificuldade de acesso à terra, ao crédito e a cadeias de alto valor, essenciais para sua subsistência e para o bem-estar das comunidades.

“Na América Latina, estima-se que cerca de 40% das mulheres que vivem no campo não têm renda própria. No caso dos homens, são 14% nesta situação. Além disso, menos de um terço das mulheres rurais possuem a titularidade da terra em que elas moram. Outro desafio que temos que superar é a ausência de reconhecimento ao trabalho realizado pelas mulheres”, disse o representante do IICA no Brasil, Gabriel Delgado. 

Coletivos vencedores :

1º Lugar – Mulheres em Ação de Jequiá da Praia (Jequiá da Praia/AL)

2º Lugar – Associação Comunitária dos Produtores Panelinhenses (Miravania/MG)

3º Lugar – Associação das Mulheres da Terra (Terenos/MS)

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21 mars 2022

Emissões de metano : Você sabia?

Das 135 milhões de toneladas de emissões relacionadas a energia, estima-se que :

-42 milhões de toneladas são de operações de carvão;

-41 Mt de petróleo;

-39 Mt de extração, processamento e transporte de gás natural

-9 Mt de combustão incompleta de bioenergia (principalmente quando madeira e outra biomassa sólida é usada como combustível de cozinha);

-4 Mt vazam de equipamentos de uso final.

Com a inclusão do carvão nos cálculos, a China passou a ocupar a primeira posição como maior emissora, com 28 milhões de toneladas. Em seguida vem Rússia (18 Mt) e Estados Unidos (17 Mt).

A Noruega, por exemplo, tem a intensidade mais baixa do mundo – e se todos os países produtores de petróleo e gás se igualarem a ela, representaria um corte de 90% nas emissões do setor energético.

Fonte: epbr

Pina2 2022 - cópia

 

13 avril 2022

Fotografia em cartaz no IMS: Daido Moriyama: uma retrospectiva

A exposição Daido Moriyama: uma retrospectiva acompanha a extensa carreira de um dos nomes mais influentes da fotografia mundial. 

A mostra, que será a primeira grande retrospectiva do artista na América Latina, reúne mais de 250 trabalhos, além de uma centena de publicações e escritos do fotógrafo. A seleção traz obras de diferentes momentos de sua carreira, desde o interesse pelo teatro experimental dos anos 1960, passando pelos trabalhos contestadores dos anos 1970, até a documentação incansável das cidades e a reinvenção do seu próprio arquivo nos últimos anos.

Nascido em 1938, em Ikeda-cho, Osaka, Moriyama iniciou a carreira no Japão do pós-guerra e tornou-se o ícone pop mais influente da fotografia japonesa. Ele revolucionou a forma de olhar o mundo, com suas imagens densas e granuladas, tiradas com câmeras pequenas enquanto caminhava pelas ruas.

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 Moriyama / IMS

14 mars 2022

Hidrogênio Verde : Você sabia ?

O Hidrogênio verde é aquele produzido com eletricidade oriunda de fontes de energia limpas e renováveis, como as de matriz hidrelétrica, eólica, solar e provenientes de biomassa, biogás etc. Ou seja, ele é carbono zero: obtido sem emissão de CO2.

E quer saber mais? Empresas brasileiras planejam investir R$ 26 bi para hidrogênio verde no Ceará. Os projetos incluem complexo de geração de energia solar fotovoltaica, parque eólico offshore e planta de eletrólise no Porto do Pecém!

Pina2 2022 - cópia

Fonte: epbr

2 septembre 2021

Museu da Cidade de São Paulo : Ozi Stencil - 35 anos de Street Art com o artista pioneiro do graffiti

Até 19.09,2021

Museu da Cidade de São Paulo | Chácara Lane – Rua da Consolação - SPaulo

Com mais de 100 trabalhos nos mais variados suportes - tapumes, telas, madeiras, metais, objetos de uso doméstico, latas de spray e outros itens – utilizados por Ozi em sua trajetória de décadas - pinturas, esculturas, readymades – a mostra preenche todos os espaços do casarão da Chácara Lane.

A exposição faz parte da valiosa história da Street Artbrasileira, com documentos, registros fotográficos, documentários, estudos e obras de Ozi, que datam desde a década de 1980 até o período atual, com trabalhos mais recentes e inéditos. 

Além desses trabalhos, com Alices, Shirleys e Monalisas, será exibido um conjunto de matrizes de estêncil dos itens mais emblemáticos da carreira do artista, criados entre 1984 e 2015. 

Estarão expostas matrizes originais dos trabalhos da série “Museu de Rua”, com referências a artistas como Anita Malfatti, Van Gogh, Di Cavalcanti, Roy Lichtenstein e Picasso. A biografia do artista é apresentada em dois vídeos que reúnem depoimentos do artista e de parceiros de trabalho. Do acervo de documentação pessoal, são exibidas imagens históricas dos primeiros grupos de grafiteiros e suas intervenções em São Paulo.

A Street Art no Brasil surgiu em meados dos anos de 1970, em São Paulo, durante o período da ditadura militar, com Alex Vallauri, que reuniu outros artistas como Carlos Matuck, Waldemar Zaidler e Hudinilson Jr., e posteriormente John Howard, Júlio Barreto, Ozi, Maurício Villaça e o Coletivo Tupy não Dá. Esse grupo trouxe a arte para as ruas e escreveu parte importante da história da cena urbana brasileira, dentre eles Ozi. 

Em 1984, Maurício Villaça abriu as portas de sua casa, transformando-a na galeria Art Brut, que se constituiu em um espaço da cena underground da época e acolheu artistas visuais e performáticos, poetas e toda sorte de visitantes atraídos por aquela nova forma de pensamento artístico. Foi a partir do encontro desses artistas, que se iniciou uma série de intervenções e ações públicas na capital paulistana, que fariam história na constituição do graffiti brasileiro.

Ozi Stencil_Mona Tupy

 

Crédito : Ozi 

17 août 2021

Cinema: 32ª edição do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum

De 19 à 29 de agosto

Com um total de 200 filmes representando 39 países, além de uma programação variada, a 32ª edição do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum acontece de 19 a 29 de agosto, de forma on-line e gratuita, disponível em todo o território brasileiro. 

O MIS apresenta em seu canal no YouTube o Conexão USP-Kinoforum, série de três mesas com convidados especiais. 

A primeira mesa homenageia Vânia Debs (1950-2021) – responsável pela montagem de inúmeros filmes e professora do curso de Audiovisual da USP – e conta com as participações da montadora Idê Lacreta e dos cineastas Paulo Caldas e Vera Egito. A apresentação fica a cargo do professor da ECA-USP Eduardo Santos Mendes. 

21.08, sábado, às 15h 

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12 juillet 2021

Maison de l'Amérique Latine : obras inéditas do artista cubano Agustín Cárdenas estão em cartaz em Paris

Até 30,07.2021

A exposição Mon Ombre après minuit (Minha sombra depois da meia noite) do artista cubano Agustín Cárdenas tem por objetivo mostrar o vasto conjunto de obras gráficas sobre papel inéditas do artista.

Reconhecido internacionalmente como um dos grandes escultores do século XX, Cárdenas foi também um grande desenhista obcecado pela forma e pelo mistério profundo da matéria.

Assim, durante toda a sua vida, Cárdenas nunca cessou de desenhar, espontaneamente, sobre todos os suportes. O desenho não se separa jamais do ato de esculturar, as duas práticas se encontrando num corpo a corpo perpétuo, criando metamorfoses das matérias e das formas, energias e fluxos sem interrupção.

A centena de desenhos, guaches, pinturas e algumas esculturas que compõem a exposição foram realizadas em Paris, onde o artista cubano residiu à partir de 1955.

Captura de ecrã 2021-07-12, às 15

Agustín Cárdenas / MAL

 

16 août 2021

Em cartaz na Galeria Base: Eles já estavam aqui, exposição reúne obras de artistas nativos

Até 18,09.2021

Galeria Base - SP

A Galeria BASE abre a exposição “Eles já estavam aqui”, com aproximadamente, 50 obras. Os trabalhos apresentados possuem um pluralismo de cores e formas, composições e olhares de artistas nativos dos mais distintos cenários brasileiros. “Sem nos atermos às discussões de nomenclaturas da Arte “dita” popular, como ingênua, espontânea, naif ou não erudita, nos apraz apresentar um conjunto potente, extenso e, sobretudo, plural”, explica Daniel Maranhão.

Foram reunidas obras importantes, entre pinturas e esculturas, de nomes como Agnaldo dos Santos, Artur Pereira, Conceição dos Bruges, Chico da Silva, GTO, José Antônio da Silva, José Bezerra, Lorenzato, Maria Auxiliadora, Mestre Guarany, Mestre Nuca, Mirian, Nino, Nhô Caboclo, Poteiro, Ranchinho, Véio, acrescido de Rubem Valentim, que representam o que há de maior destaque. 

Mestre Nuca

 

Crédito: Mestre Nuca / Base

7 juin 2021

Exposição : Memorial da América Latina apresenta trabalhos da artista paraguaia Claudia Casarino

Galeria virtual "Uma Janela para a América Latina" do MAL

Claudia Casarino nasceu em Assunção, Paraguai. Seu trabalho aborda o aspecto conceitual, refletindo sobre questões de gênero e da consciência do corpo – colocado em tensão por fronteiras e movimentos forçados. Suas obras buscam interpretar o universo da mulher como sujeito de transformação social.

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Crédito: Claudia Casarino / MAL

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