A coisa e outros contos é uma seleção de contos eróticos que descrevem a paixão, o amor e a hipocrisia da sociedade burguesa. Neles, o autor italiano passeia pelos mais diversos fetiches, fantasias, perversões, obsessões, pulsões e tabus da natureza humana – sobretudo da perspectiva masculina. Ed. Carambaia
Com grande imaginação e humor
Foi, não foi! apresenta um universo lúdico repleto de animais curiosos onde tudo pode ser visto de formas diferentes, dependo de quem vê. Dedicado ao público infantil, Duda Machado e Adriana Calcanhotto dão forma aos personagens dessas divertidas fábulas contemporâneas. Ed. Bazar do Tempo
Uma história cheia de sonhos e de surpresas
Onde a onça bebe água é uma aventura para mostrar que existem diferentes visões sobre o mundo. A transformação é o tema maior da obra onde tudo ali existe para virar outra coisa. Ed. Bazar do Tempo
Curiosidade, imaginação e descobertas
A caminho da escola retraça o caminho da pequena Alice e o seu trajeto cotidiano até a escola. Com seus olhos curiosos e sua imaginação, a protagonista transforma simples momentos em grandes descobertas. Ed. Bazar do Tempo
No MAM: 38° Panorama da Arte Brasileira – Mil graus
O título se relaciona tanto com a intensidade de qualidade quanto com o calor extremo enfrentado por várias regiões do planeta, incluindo o Brasil, no contexto do aquecimento global. Ele evoca a ideia de um “calor-limite”, onde tudo se transforma, fazendo referência às condições climáticas e metafísicas intensas que nos desafiam e nos conduzem a processos inevitáveis de transmutação.
34 artistas brasileiros estarão presentes na edição do 38° Panorama da Arte Brasileira.
Na Galeria Alma da Rua II: Vida Lúdica de Bruno BIG
A mostra reúne uma miscelânea de temas recorrentes na trajetória do artista, como a natureza, o esporte, os corpos e as paixões. Segundo Bruno, a escolha do título reflete a leveza e a desconstrução dos símbolos que marcam sua obra, conectando a arte com sua vivência pessoal e suas experiências de vida. Vida Lúdica traz à tona outras facetas de sua obra, sempre marcadas por uma mensagem visual positiva. "Busco sempre cativar o olhar do observador com minhas composições, independentemente do tema", explica o artista.
Na Nonada ZS, RJ: Dançar no Sol e Descansar na Lua, de Samara Paiva
Composta por 12 trabalhos, a mostra apresenta as investigações da artista sobre o comportamento do corpo negro na intimidade dos espaços domésticos, utilizando a pintura a óleo como meio de explorar essas relações. Através de uma paleta de cores quentes e suaves, suas obras borram as fronteiras entre o concreto e o abstrato, criando um universo em que as figuras retratadas encontram descanso e intimidade. O uso do baixo contraste, da noite e das sombras serve como ferramenta para libertar seus personagens da rigidez cotidiana.
Na Art Lab Gallery : Primavera em Quatro Atos de Joana Pacheco e Carolina Lavoisier
Com participação de Camila Luz e Bia a Florista o evento explora a interseção entre pintura, design de joias, moda e arte floral, promovendo um diálogo entre as formas de expressão artística e a celebração da primavera. Juliana Mônaco, curadora da galeria, explica que “o conceito central da exposição é a sinergia entre diferentes vertentes artísticas que, ao se unirem, evocam a chegada da primavera”.
Na Galeria Millan : Alex Cervený – Orbis sensualium pictus
Mais de vinte obras inéditas estão reunidas nesta mostra cujo tema é a reflexão sobre a existência humana e a sua relação com outros seres e os impasses ambientais.
Na Galeria Millan : David Almeida – Vigília
Obras e pinturas sobre tela e que têm como ponto de partida uma viagem às cidades mineiras de Ouro Preto, Congonhas e Mariana. O artista aborda a tradição pictórica brasileira e sua adaptação à influência européia.
Na Pina Luz : Entre a cabeça e a terra
Com tecidos nunca vistos no Brasil, a mostra reúne tesouros da arte têxtil tradicional africana. São 129 peças que buscam estimular novas percepções sobre a África.
Dono das Palavras/Aki Oto de Yamalui K. Mehinaku é uma biografia política do Alto Xingu contada pelos indígenas. Nele, o autor conta a história de Nahũ Kuikuro, seu avô e um dos primeiros indígenas a aprender português. Nahũ foi mediador das relações entre os dois povos e teve papel decisivo na criação do Parque do Xingu. Ed. Todavia e Instituto Socioambiental
O Catador de Histórias de Edmar Neves apresenta três adaptações de histórias tradicionais dos Orixás, os Itans, para as crianças conhecerem um pouco da cultura ancestral iorubá perpetuada pelo candomblé. Ilustrado por Afa Vasquez. Ed. Jandaíra
Julia da Rio : crônicas da Belle Époque carioca de Julia L. De Almeida apresenta 46 crônicas escritas entre 1908 e 1912 quando o Rio era então capital do Brasil. Os temas abordam problemas cotidianos, reformas urbanas e comentários sobre a cena política e artística da época. Ed. Bazar do Tempo
Bestiário brasileiro: monstros, visagens e assombrações de Luiz Antonio Simas é um passeio pelo universo das culturas fantásticas brasileiras que povoam o imaginário popular. Folclore, lendas, mitos e superstições o livro é um mergulho no sobrenatural brasileiro. Ed. Bazar do Tempo
Memórias da Cozinha de Vovó de Rai Soares resgata as memórias de sua convivência com sua avó e apresenta breves contos baseados nos momentos onde se misturam aromas e prazeres compartilhados na cozinha. Ed. Jandaíra
No MACC - Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba
Mauricio Kaschel apresenta a exposição "Atípico", cuja proposta é a reflexão dos padrões sociais estabelecidos, a celebração da singularidade e o questionamento dos conceitos de normalidade e anormalidade. O artista, que utiliza uma paleta monocromática e o papelão como suporte, convida a refletir sobre a inclusão e a diversidade. Suas figuras solitárias, em poses meditativas, expressam a complexidade de sua experiência como indivíduo.
"Atípico" se posiciona como uma reflexão profunda sobre a arte e a condição humana, explorando suas complexidades e o fazer artístico como meio de expressão individual e coletiva.
Na Galeria Alma da Rua I
Victor Pinheiro apresenta a exposição "TDAH", onde mergulha na complexidade do TDAH, transformando a multiplicidade de ideias e a dispersão de foco característica do transtorno em uma série de telas que expressam a energia caótica e dinâmica de sua mente criativa. As obras apresentadas refletem essa diversidade, trazendo uma explosão de cores e formas que convida o espectador a enxergar a arte sob uma nova perspectiva.
Na Galeria Millan
Lidia Lisbôa apresenta a exposição “O Teatro”, onde estão reunidas uma ampla gama de materiais e suportes apresentados em uma instalação imersiva. Ao longo da mostra, o espaço receberá performances e ativações, configurando-se como um palco onde as histórias e os gestos da artista possam ganhar forma.
Na Uncool Gallery de Nova York, EUA
Tiago Aguiar apresenta "Rusá: BraSilian Devotion and Celebration", cujo tema é a profundidade cultural e religiosa da Festa do Rosário, celebrada anualmente em Serro, Minas Gerais. A exposição destaca a complexidade da identidade brasileira através da fotografia relacional e da foto-instalação, sob o olhar do artista e congadeiro mineiro. As obras investigam a complexa tapeçaria cultural da festa, que é reconhecida pelo IPHAN como patrimônio histórico e artístico do Brasil.
162 Flushing Ave, 1º andar, Brooklyn, NY – EUA
Na Galeria Movimento
Xico Chaves apresenta Luz da Matéria, nova série que transita na fascinante dualidade entre a matéria do planeta e a luz do espaço sideral em uma narrativa que compara e justapõe o terreno e o cósmico. A mostra traz à tona a complexidade e a beleza dos elementos que a compõe e o artista nos convida a explorar a intersecção entre o palpável e o intangível.
Na Galeria Quadra, RJ
de viés estabelece um diálogo entre as obras de três artistas. Os trabalhos de Claudio Cretti, Marcelo Pacheco e Thomaz Rosa criam um diálogo onde as linhas transversais se encontram e se afastam e onde, durante este percurso, é necessário enxergar e imaginar.
Na Nonada ZN, RJ
A galeria apresenta quatro exposições simultâneas que abrangem uma ampla diversidade de suportes e expressões artísticas. Mário Cravo Júnior, Raylton Parga, Erick Peres e Manu Costa Lima ocupam diferentes espaços da galeria e exploram temas como materialidade, memória, espacialidade e transcendência. Ao mesmo tempo, a coletiva “Everything Tends To Ascend (Part II)”, ocupa o mezanino da galeria. Esculturas, relevos, fotografias, instalações site-specific, vídeos e performances também fazem parte da programação.
A Casa Artistas Latinas foi inaugurada recentemente no coração cultural do centro do Rio de Janeiro, na Cinelândia. O espaço será um importante ponto de encontro para as artes visuais cuja programação terá como foco a discussão sobre a inserção de mulheres artistas na economia criativa.
Atualmente, a Casa apresenta a coletiva intitulada Bagagem e reúne 21 artistas do Brasil, Guatemala, Uruguai e Argentina cujas produções discutem múltiplas perspectivas e materialidades, entre o sagrado e o profano, o mito e o sonho.
A Casa Artistas Latinas fica na Praça Mahatma Gandhi, 2 – salas 203 e 204 – Centro, RJ
Como a IA vai afetar os empregos na América Latina e no Caribe? Estudo da OIT destaca uma brecha digital significativa na região que pode impedir os trabalhadores e as trabalhadoras de aproveitarem plenamente os benefícios potenciais da IAGen.
A perda de produtividade potencial devido a esta lacuna no acesso digital teria o maior impacto sobre os trabalhadores que vivem em condição de pobreza. No Brasil, apenas 40% dos trabalhadores que dispõem de tecnologias digitais no trabalho poderiam se beneficiar da IAGen.
“Numa região onde o crescimento é baixo, a desigualdade permanece inaceitavelmente elevada e uma em cada quatro famílias ainda vive na pobreza, é fundamental melhorar a produtividade e a qualidade do emprego”, afirmou William Maloney, economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e Caribe.
O estudo revela ainda que as mulheres, bem como os trabalhadores urbanos, mais jovens e qualificados nos setores formais, enfrentam maiores riscos de automação por parte da IAGen, o que poderia agravar as desigualdades econômicas regionais e a informalidade.
Fontes: Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Banco Mundial
Todas as bicicletas que eu tive, novela gráfica escrita por Powerpaola, as bicicletas são as musas que a levam para o passado, pelo qual fluem amores, perdas, amizades, irmandades, tragédias, acidentes e desilusões. Contemplados do selim, os fatos ganham seu verdadeiro sentido e se transformam em pequenas revelações do destino. O da protagonista, é claro, mas também o do leitor.
Esta é uma iniciativa editorial latino-americana. Cinco editoras em torno a um único livro: Todas as bicicletas que eu tive se publica ao mesmo tempo por El Fakir (Equador), La Silueta (Colômbia), Lote 42 (Brasil), Musaraña (Argentina) e Sexto Piso (México e Espanha). Conheça mais detalhes do projeto neste site: http://www.todaslasbicicletasqueeutive.powerpaola.com/
Editora Lote 42.
Em Doppelgänger a autora, Naomi Klein, faz uma investigação no submundo online da desinformação e das teorias conspiratórias. Neste livro ela parte da observação, quase obsessiva, das atividades de sua sósia, para tentar entender como funciona essa realidade paralela, um mundo invertido no qual as pessoas embarcam em uma teia de verdades facilmente contestáveis e assumem discursos fanáticos, repletos de violência e paranoia, expandindo a polarização das redes sociais para diversas outras esferas da sociedade. Editora Carambaia.
Em Todo o resto é muito cedo a autora, Luiza Mussnich, reúne algumas marcas da sua produção poética, como os poemas-listas, os poemas-aforismas, a ironia e o humor, e expande o seu repertório de temas e formatos. Neste livro ela evidencia a necessidade de nomear, interpelar e inventariar o próprio tempo diante das incertezas e urgências, de criar vínculos e memória, e costura diálogos com suas referências de campos diversos. Editora Bazar do Tempo.
Em No muro da nossa casa Ana Kiffer recupera a história de sua família e de outras mulheres, em um dos períodos mais nefastos da história recente do Brasil, para recriar o encontro com a sua mãe. Editora Bazar do Tempo.
Lobo Mau com dor de dente apresenta o famoso e astuto vilão em uma situação inusitada: está precisando de ajuda. Com uma dor insuportável em um dos seus dentes refinados, o Lobo Mau terá de apelar para velhos conhecidos: os Três Porquinhos, os Sete Cabritinhos, o Vovó da Chapeuzinho Vermelho… Até o leitor será convocado a participar. Editora Carambaia.
Nascida na Polônia em 1922, em uma família judaica, Stefania Bril emigrou para o Brasil em 1950. Em São Paulo, em 1970, consolidou-se inicialmente como fotógrafa e, a partir dos anos 1980, como crítica e curadora. Em suas imagens, captou especialmente cenas cotidianas, pessoas comuns e momentos de encontro e irreverência.
A desobediência parece ser um dos principais traços que marcaram sua vida e seu trabalho, que questiona certos critérios tradicionais da fotografia. Suas fotos revelam tanto um olhar esperançoso e empático como uma posição crítica, alguém que enxerga a falência da cidade moderna e que aposta no afeto como antídoto à violência estrutural, no cotidiano como espaço de resistência – inclusive em meio a contextos totalitários, como os anos de chumbo no Brasil.
A imagens de Stefania Bril estão sendo apresentadas no IMS Paulista em uma primeira exposição individual dedicada à fotógrafa polonesa.
A Coleção Angeli é composta por 2.100 itens, incluindo 700 charges, 700 tirinhas e 700 ilustrações originais, além de esboços meticulosos que revelam o processo criativo do cartunista. Angeli é conhecido pela criação de personagens icônicos como Rê Bordosa e Bob Cuspe.
Na Galeria Quadra (SP) : Olhe bem as montanhas
A mostra reúne mais de 40 obras que, de diferentes maneiras e em variadas mídias, se desdobram sobre o tema da paisagem e como somos afetados pelo espaço que nos circunda.
Na Galeria Movimento (RJ) : Quentchura de Kboco
A mostra apresenta os trabalhos recentes do artista e reúne símbolos de procedências múltiplas – hindu, budista, egípcia antiga, das culturas urbanas brasileiras contemporâneas, das ancestralidades locais e africanas.
Na Galeria Zipper : Lugar de Passagem de Laura Villarosa e Motel de Evandro Prado
A mostra é focada na revisitação das paisagens naturais e suas interações com o ser humano. Nela, a artista tece simbologias para a passagem do tempo, em trabalhos que se situam entre a figuração e a abstração. A artista utiliza tecidos, linhas, algodão, nylon, pintura acrílica, aquarela e resina.
A mostra Motel, de Evandro Prado, é composta de pinturas em óleo sobre linho onde o artista utiliza a estética das placas de motéis e sinalizações de estrada para criar uma crítica visual ao consumo, à política e ao sexo no Brasil contemporâneo.
Na Galeria Alma da Rua II: Vida é Arte de Chivitz
A mostra destaca a inovação do artista além da sua capacidade de transitar entre diferentes suportes e de incorporar novas tecnologias em suas criações. O artista, conhecido no cenário artístico-underground de São Paulo, se inspira de sua vivência na atmosfera urbana e é criador de um estilo figurativo de pintura que revela personagens carregados de feições humorísticas e sarcásticas.
Na Art Lab Gallery : Foto & Circuito Contemporâneo
Coletiva com a participação de 55 artistas, a mostra destaca a fotografia e o seu poder em capturar as transformações culturais, tecnológicas e sociais. A seleção apresenta obras que transitam entre o tradicional e o inovador estabelecendo um paralelo com a história da arte e suas respostas às mudanças da sociedade.
Na Pina Contemporânea : Terceiro Mundo de Gabriel Massan
Exposição instalativa a partir de um jogo videogame interativo e da participação de artistas convidados. O jogo construído pelo artista convida o público a repensar suas ações no mundo, em um universo fantástico, a partir de um storytelling colaborativo.
Consulado da Argentina - Sala Antonio Berni (RJ) : A arte que nos une
A mostra reúne pinturas, esculturas, instalações e fotografias de artistas brasileiros e argentinos.
Museu de Arte do Rio (RJ) : Ideias radicais sobre o amor de Panmela Castro
A mostra apresenta obras que exploram questões sobre afetividade, solidão, visibilidade, autocuidado e memórias.
A edição 2024 do Festival de Cinema de Biarritz – que acontecerá entre 21 e 27 de setembro – destaca a Argentina e os símbolos que ilustram a diversidade cultural do continente latino-americano. No programa: ciclo de filmes, concertos, noite do tango, encontros universitários e outras surpresas.