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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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brasil
29 mai 2023

Museu de Arte Sacra : Os Três Franciscos, mestres escultores

Até 30 de julho 

O MAS apresenta Fé, Engenho e Arte – Os Três Franciscos: mestres escultores na capitania das Minas do ouro, exibição de 65 obras dos mestres do barroco brasileiro: Antônio Francisco Lisboa (aka Aleijadinho), Francisco Vieira Servas e Francisco Xavier De Brito.

Com esta exposição, o MAS.SP homenageia os expoentes das expressões barroca e rococó no Brasil, do séc. XVIII, além de estabelecer um paralelo entre as obras desses três artistas que se faz fundamental para a compreensão e apreciação da arte sacra barroca brasileira. A exposição destaca esculturas e talhas, oferecendo ao público uma experiência imersiva e enriquecedora.

Sobre os artistas: 

Antonio Francisco Lisboa (Aleijadinho) (1738 – 1814) – Nascido em Vila Rica (atual Ouro Preto), é considerado um dos maiores expoentes da arte barroca no Brasil. Toda sua obra, entre talhas, projetos arquitetônicos, relevos e estatuária, foi realizada em Minas Gerais. Sua produção artística é notável pela expressividade e minúcia dos detalhes. Aleijadinho é conhecido principalmente por suas esculturas, com destaque para os profetas do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, e os doze apóstolos de Ouro Preto.

Francisco Vieira Servas (1720 – 1811) - escultor e entalhador português, nascido em Eidra Vedra, foi um dos principais representantes da talha e do barroco mineiro, deixando uma importante marca na arte sacra. Sua habilidade técnica e a fusão de influências europeias com a sensibilidade local resultaram em obras de grande beleza e expressividade. Suas esculturas revelam uma devoção religiosa profunda, retratando santos, anjos e cenas bíblicas em madeira e pedra.

Francisco Xavier de Brito (? – 1751) – entalhador e escultor português, com local de nascimento desconhecido, foi responsável por importantes talhas de Igrejas do barroco mineiro. Ele contribuiu de maneira significativa para a arte sacra barroca brasileira. Suas habilidades na arquitetura e no entalhe complementam a exposição, apresentando ao público obras detalhadas e distintas.

Aleijadinho_Nossa Senhora das Dores

Brito_Maria Madalena

 

MAS 

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29 mai 2023

Floresta Amazônica : Projeto do FIDA ajuda a preservar a floresta e a vida

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e o Governo do Estado do Maranhão lançaram no ultimo dia 16 de maio uma nova iniciativa para enfrentar a preocupante degradação ambiental da Floresta Amazônica maranhense e os altos índices de pobreza e insegurança alimentar na região.

Durante os seis anos de implementação, o Projeto Amazônico de Gestão Sustentável (PAGES) permitirá às populações mais vulneráveis da Floresta Amazônica do Maranhão criar sistemas produtivos sustentáveis, baseados em florestas intactas ou recuperadas.

Com início das ações de campo previsto para o segundo semestre de 2023, a expectativa é envolver 80.000 habitantes rurais do Maranhão, sendo 50% mulheres e 25% jovens.

 Fonte ONU Brasil

17 mai 2023

No visor de Brasilidade: Investigando histórias e construindo imagens, das formas ao todo

Na Pina Luz: Maria Leontina: da forma ao todo

Até 10 de setembro

A mostra “Maria Leontina: da forma ao todo” investiga o modo como a artista se relacionava com os objetos que colecionava, tão caros em sua produção, na busca incessante pela tradução em imagens do que as mãos poderiam sentir. Observando o percurso da artista, da figuração até a abstração lírica, poderão ser vistas pelo público famosas séries.

Acumuladora de referências e objetos pelos quais nutria imenso afeto, Leontina via na arte popular, na estatuária religiosa e nos artefatos indígenas, um manancial de contradições plásticas, de onde surge esse interesse, primordial, em seu trabalho.

Na Pina Estação : Regina Parra : Pagã

Até 13 de agosto

Com pinturas, performance, esculturas, videos e neons, a artista conta a história de uma mulher que abdica da vida socialmente confortável e inicia um ritual de descoberta.

Elisa Bracher: Formas Vivas

Até 17 de setembro

Exposição na Pina Estação que propõe uma organização fluida entre questões que permeiam a produção da artista, seja qual for o material : peso, equilíbrio, paisagem, sonoridade, composição, coreografia e percurso.

Na Millan : José Damasceno : Noite de Verão

Até 10 de junho

O artista apresenta obras nas quais reflete sobre a construção de imagens e sobre o assombro. Composta apenas por obras inéditas, a exposição apresenta tapeçarias, esculturas, pinturas e instalações, que reúnem os desdobramentos mais recentes da pesquisa do artista. 

j damasceno

Na Japan House : Design japonês e miniaturas

Oito criadores japoneses de diferentes áreas de atuação têm suas pesquisas reunidas na mostra ‘DESIGN MUSEUM JAPAN: investigando o design japonês’ na Japan House.

Por trás de cada uma das investigações estão experiências e histórias coletadas em sete províncias japonesas, visitadas por criadores de destaque internacional (até 11 de junho).

Japão em miniaturas - Tatsuya Tanaka

A floração das cerejeiras, a marcante presença do Monte Fuji, os restaurantes de sushi em esteiras, a prática de artes manuais e marciais, além das tradicionais festividades japonesas são apenas algumas das cenas retratadas em miniaturas pelo fotógrafo japonês Tatsuya Tanaka, em exibição na Japan House São Paulo ( 24 de setembro). Ao todo são 58 obras criadas a partir de elementos como conchas, itens de maquiagem, canudos, pregadores, leques, entre outros objetos do dia a dia japonês, que estão divididas em cinco grupos principais: estações do ano e seus eventos, cenas do Japão tradicional, cenas do Japão moderno, vida cotidiana e práticas tradicionais.

16 mai 2023

Em cartaz na NONADA ZN: Duas mostras que misturam formas e movimento

Até 11 de junho de 2023

A mostra coletiva reúne os artistas Iah Bahia, Loren Minzú e Siwaju Lima, e apresenta cerca de 32 trabalhos entre esculturas, instalações, gravuras, vídeos e objetos diversos.

O projeto é dividido em duas etapas. A primeira, intitulada Fragmento I: vento pórtico, gira em torno das formas do vento, dos seus movimentos e das suas representações. A segunda, Fragmentos II, tem como fio condutor as ideias de armadilha, defesa, feitiço e armadura. 

Aglutinadas em Fragmentos I e II, as pesquisas dos três artistas harmonizam um estimulante cenário da produção recente da arte brasileira que atua com materiais como o papel, o ferro, a madeira ou a cerâmica.

Local : Rua Conde de Agrolongo, 677, Penha, RJ

NONADA_Iah Bahia_frequencias em contra-plano

NONADA_Loren Minzú (2)

NONADA_Siwaju (4)

 

Crédito: Nonada ZN

10 mai 2023

Em destaque na Galeria Base : Agentes Concretos de Guilherme GAFI

Até 3 de junho 2023

Pinturas e esculturas que percorrem a trajetória do artista, desde obras figurativas do início da carreira, em aquarela, até as abstratas mais recentes.

Nesta exposição que apresenta mais de 30 obras, GAFI retorna ao figurativismo com um painel da série "Agentes Concretos", que empresta o nome à exposição. Além das obras figurativas também estão representados trabalhos abstratos, onde o artista utiliza diversos suportes como papel, tela, madeira e chapas galvanizadas. Na técnica prevalecem a tinta acrílica, colagens e o spray, de forma sutil, um resquício de sua época de grafiteiro. 

Guilherme GAFI se inspira na rua para realizar as suas obras. Assim, nas paisagens somam-se manchas, sobreposições de camadas, largas e rápidas pinceladas, trazendo uma desordem para a paisagem bucólica.

A Galeria BASE fica na Alameda Franca - SP

Guilherme Gafi_tela_azul

 

Imagem : GAFI / Base

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10 mai 2023

No visor de Brasilidade: Variedade de materiais e de linguagens ocupam os diferentes espaços das galerias nacionais

No IMS Paulista : Fotos e filmes de Iole de Freitas
Até 29 de setembro de 2023
A exposição reúne uma série de trabalhos que a artista produziu na década de 1970. São fotos e filmes Super 8 e 16 mm dos tempos em que ela viveu em Milão, Londres e Nova Iorque, num momento em que era parte ativa, na Itália, de um ambiente político de grande efervescência política e cultural.

 

iole de freitas

 

Imagem : Iole de Freitas

Na A Gentil Carioca : Lua/Luta de Jarbas Lopes
A sede da galeria no Rio de Janeiro apresenta a individual de Jarbas Lopes .“O projeto Lua versus Luta abre um espaço de experimentação, jogo e risco que não impõe limites. Arte e vida aqui estão entrelaçadas e tudo parece ser construído, conversando, brincando, respirando: um processo de criação contínuo. A pulsão de vida dirige as ações que se desenvolvem numa constante improvisação, ramificação e recusa de qualquer espírito que possa congelar a obra numa única direção”.

jarbas lopes

Imagem : Jarbas Lopes / A Gentil Carioca 

Na Zipper Galeria : Ritos e Alegorias sobre Natureza
A exposição coletiva inclui obras de 16 artistas visuais, provenientes do mundo ocidental e dos povos originários de diferentes regiões do Brasil. Ocupando os dois andares da galeria, a proposta expositiva inclui desde os animais fantásticos de Chico da Silva, passando pela ressignificação de materiais naturais do paraense Bené Fonteles e pela profusão de tramas do amazonense Bu'ú Kennedy até a dicotomia tecnológica proposta pela dupla Motta&Lima. 

Na Galeria Vermelho : Estratos de Ximena Garrido-Lecca
Em sua primeira individual na galeria, a exposição apresenta dois de seus vídeos, Yacimientos , de 2013, e Contornos , de 2014. Em sua prática, Ximena Garrido-Lecca emprega uma variedade de materiais e linguagens vividas que investigam a tensão entre o conhecimento ancestral e as estruturas coloniais. Usando referências históricas, ela traça os ciclos de transformação cultural, social e econômica no uso de recursos naturais. Seu trabalho trata das relações entre natureza e cultura, questionando as tradições tradicionais do conhecimento.
Ximena Garrido-Lecca nasceu em Lima, no Peru, evive entre a Cidade do México e Lima.

Até 17 de junho de 2023
A Vermelho fica na rua Minas Gerais - SP

ximena

 

Imagem: Galeria Vermelho

10 avril 2023

Pinturas : Marcio Gobbi inaugura Escritório de Arte com mostra de Arte Popular

Até 13 de maio

Pintura e Festividade Popular apresenta 15 pinturas de artistas autodidatas brasileiros que registram comemorações e festas, religiosas e populares, no país. 

Pintura e Festividade Popular destaca a Arte Popular, uma representação artística formada por manifestações do que cria e consome o povo. Sem educação formal em artes plásticas, os artistas desenvolvem técnicas e habilidades a partir de tradições locais, por vezes transmitidas através das gerações, com características marcantes de ingenuidade e espontaneidade.

Marcio Gobbi Escritório de Arte

Rua dos Ingleses, 165 – Bela Vista, SP

_Maria Auxiliadora

Jose Antonio da Silva

 

Marcio Gobbi Escritório de Arte

27 mars 2023

No visor de Brasilidade: Imaginário e símbolos acentrais tornam-se matéria-prima para artistas contemporâneos

NONADA não é aqui - Superfície Matéria | <Densidade Identitária>, é uma mostra coletiva com 25 obras de 18 artistas que reúne elementos importantes como questões identitárias, raciais e sociológicas. De passagem por São Paulo, a galeria carioca pretende agir “ com o intuito de suprir lacunas, promover encontros e descobertas e se distanciar dos rótulos. NONADA é um híbrido que pesquisa, acolhe, expõe e dialoga. Deixa de ser nada e passa a ser essência por acreditar que o mundo precisa de arte… e arte por si só já é lugar”, definem João Paulo, Ludwig, Luiz e Paulo, responsáveis pelo projeto.

Até 2 de abril

Local : Pça da Bandeira, 61 – SP

 

Siwaju_NONADA não é aqui

 

Crédito : NONADA

No MASP : Carmézia Emiliano - a árvore da vida 

São apresentadas 35 pinturas sobre tela, sendo oito delas desenvolvidas especialmente para a mostra, divididas em sete núcleos que abordam temas relacionados à subjetividade da artista e à vida em comunidade, refletindo manifestações culturais macuxis, como a dança do parixara, os jogos e brincadeiras relacionados aos períodos de festas – por exemplo, o de colheita da mandioca –, assim como a vida comunitária, manifesta nas pinturas que representam habitações e espaços em comum. Também se destacam os registros da transmissão de saberes, das redes de apoio entre mulheres e da relação de profundo respeito e cooperação com a natureza.  

Até 11 de junho

carmézia

Carmézia Emiliano, Wazaká – A árvore da vida, 2022
Foto: Rodrigo Guedes da Silva

O MASP também apresenta a mostra MAHKU: Mirações com cerca de 120 pinturas e desenhos que se originam tanto de traduções e registros de cantos, mitos e histórias de sua ancestralidade, como de experiências visuais geradas pelos rituais de nixi pae – que envolvem a ingestão de ayahuasca – denominadas mirações.

Até 4 de junho

iba

Ibã Huni Kuin | Bane Huni Kuin, Movimento dos artistas Huni Kuin (MAHKU), Sem título, 2017. Foto: Eduardo Ortega

Na Galeria Zipper : "Orquestra Assinfônica Fotossintética" de Camille Kachani

O artista elegeu cuidadosamente oito instrumentos musicais para trabalhar em seu ateliê, evocando o processo de transformação da natureza. "Orquestra Assinfônica Fotossintética" reúne mais que esculturas, divaga entre cordas, volutas, estandartes e teclas, onde nascem ramos, flores, folhas e indícios da vida animal, preenchendo a galeria com uma filarmônica silenciosa.

Na A Gentil Carioca : Maria Nepomuceno e Valentina Liernur - Condo São Paulo 2023

Condo é uma ação colaborativa entre galerias internacionais. As anfitriãs compartilham seus espaços, recebendo artistas de outras galerias. Nesta edição, A Gentil Carioca, junto à artista Maria Nepomuceno, recebe a galeria Isla Flotante com a artista argentina Valentina Liernur.

Maria apresenta seu novo grupo de trabalhos, Gira. Memórias de um imaginário poético e pessoal tornam-se matéria-prima com a qual a artista acessa as próprias origens, trazendo materiais e símbolos ancestrais como mantras de formas que se repetem e se concretizam nas obras. Elementos como a palha trançada fazem referência à figura do cordão umbilical - um conector de gerações que perpetua o ciclo vital e se materializa em espirais nas criações de Maria. 

Valentina estabelece uma exploração constante das formas com que os materiais podem se apresentar no desenvolvimento das pinturas em sua produção. Alternando entre a abstração e a figuração, e muitas vezes encorajando o surgimento de tensões e deslizes entre esses modos de pintura, Liernur procura manipular e aprimorar a materialidade do suporte escolhido.


Até 20 de maio
Local : Travessa Dona Paula, SP

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Maria Nepomuceno | Gira #1, 2023

Imagem: Pedro Agilson

20 mars 2023

Anote na agenda : Exposições de março são um mosaico de colagens, pinturas e instalações

 No Instituto Tomie Ohtake : Vânia Mignone - de tudo se faz canção

A mostra retrospectiva apresenta mais de cem obras da produção da artista e aborda suas relações com diferentes suportes e técnicas, trazendo desde a xilogravura, a colagem, estudos para capas de LP, desenhos e pinturas.

vania tomie ohtake

Na Pinacoteca : Haegue Yang e Chico da Silva

Quase coloquial, da artista sul-coreana Haegue Yang apresenta esculturas, instalações, obras em papel, fotografia, vídeo e escrita. Haegue Yang combina e faz referência a elementos diversos, especialmente objetos fabricados industrialmente com itens cotidianos. De varais de roupas a sinos, venezianas a luzes, colagens a textos, a artista, em uma linguagem própria, busca libertar os objetos de sua rigidez e limitação.

Chico da Silva e o ateliê do Pirambu apresenta as composições fabulares do artista cearense que são repletas de monstros mitológicos, animais fantásticos e outros personagens e percorre o legado de um dos primeiros artistas brasileiros de origem indígena a alcançar destaque no cenário nacional e no exterior.

chico

Nas Galerias Vermelho + Leme: Mônica Nador + JAMAC

A Galeria Leme e a Galeria Vermelho apresentam duas exposições simultâneas e complementares de Mônica Nador + JAMAC . O espiritual na arte, de novo , ocupa o Leme, e O político na arte, de novo , ocupa o Vermelho. Ambas as exposições se aproveitam das diferentes arquiteturas de Paulo Mendes da Rocha, autor dos projetos das duas galerias, para explorar espacialmente a instalação dos trabalhos. As exposições trazem obras seminais da trajetória de Mônica Nador, como as pinturas de grande formato Para Ver (1988) e A Arte (1989), e trabalhos recentes da série Pano Parede , elaborados com o JAMAC, também em grande formato. Uma das primeiras séries do Jamac, Experiência em papel (2004), poderá ser vista nas exposições. Uma série de gravuras contrasta em escala, e mostra estratégias distintas na obra de Nador. 

vermelho leme

Na A Gentil Carioca : Escola Panapaná, de Denilson Baniwa 

A partir da narrativa mítica baniwa - ligada aos processos de coivara, cultivo da roça, semeadura e colheita - Denilson faz uma analogia ao tempo do cultivo associado ao tempo do ensino, por meio da imagem da metamorfose da borboleta. O nome Panapaná, que designa o coletivo de borboletas, remete à ideia do comportamento coletivo, do contato e da presença. Ela está também ligada à ideia da dispersão e da migração para a garantia da biodiversidade e da reprodução das ideias transformadas pela educação.
Durante seu período de exibição, a instalação de três pavimentos acolherá aulas de línguas e culturas indígenas, artes e música. A estrutura, que, no início, evoca a forma de um casulo, se transformará em uma mariposa ao longo do período em cartaz.

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 Escola Panapaná, de Denilson Baniwa 

28 février 2023

No MAM : Ianelli 100 anos, o artista essencial

Até 14 de maio

Ianelli foi um artista do fazer, obsessivamente dedicado ao métier, e intransigente quanto ao lugar da pintura. Tendo feito o percurso habitual de sua geração, realizou obras acadêmicas, seguidas por pinturas com acentos cezannianos, que foram se tornando cada vez mais sintéticas até o mergulho na abstração, que o encaminhou, sem volta, em busca da essência.

Esta retrospectiva privilegia a coerência de sua obra, mostrando que, no jovem pintor de 1950, já está contido o artista de 1970; que o mural de 1975 abre caminho para a escultura dos anos 1990 e que, nesse momento, nascem também as grandes pinturas, realizadas até 2000. 

A mostra estabelece assim um percurso que se inicia com a produção dos anos 1970, retrograda até 1950 e volta traçando o percurso de 1960 a 2000. Assim é possível ver, ao mesmo tempo, todas essas vertentes nascendo umas das outras. A mostra também propõe revelar o processo de criação e execução do artista, trazendo para o público a intimidade de seu ateliê e revelando sua persistência e perfeccionismo.

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