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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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brasil
30 septembre 2021

Em cartaz na Pinacoteca: Pequena ecologia da imagem da fotógrafa Rosângela Rennó

Até 07,03.2022

Pequena ecologia da imagem relata o papel da fotografia como atestado de existência, muito mais do que apenas memória.

A exposição celebra os 35 anos de carreira de Rosângela Rennó com uma mostra panorâmica que reúne cerca de 130 obras entre 1987 e 2021. A exposição Pequena ecologia da imagem apresenta os principais argumentos que a artista desenvolveu em torno da “fotografia expandida”, aquela que extrapola a criação de imagens autorais e inclui seus processos técnicos e sociais. Além de obras que pontuam toda essa trajetória, a curadoria inclui trabalhos que serão vistos pela primeira vez e um projeto comissionado pela Pina.

Pina

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30 septembre 2021

Em cartaz no MAM Rio: A memória é uma invenção coletiva

Até 9,01.2022

Nova exposição em cartaz no MAM Rio, A memória é uma invenção reúne obras das coleções do Acervo da Laje (no Subúrbio Ferroviário de Salvador); o Museu de Arte Negra/IPEAFRO, responsável pelo legado de Abdias Nascimento, no Rio; e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. 

São cerca de 300 obras (pinturas, gravuras, esculturas, fotografias e azulejos ) que, juntas, propõem uma reflexão sobre o colecionismo e a construção de memória. A exposição reflete sobre os processos de construção de patrimônio, legado e cultura comum, ao apresentar no mesmo espaço expositivo os três acervos de arte com diferentes histórias, dinâmicas e projetos. Reunidas, as coleções mostram repetições e semelhanças nas escolhas de categorias e formatos, nos entendimentos do que faz uma obra ser conservada como parte de um legado, e nos métodos de compartilhamento das obras como parte de uma memória coletiva.

MAM RIO

 

Crédito: MAM Rio 

30 septembre 2021

Em cartaz na Galeria Vermelho: Dívida da dupla Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado

Até 30,10.2021

Depois de uma trilogia voltada para as insurgências e as revoluções, “Divina Violência”, Marcelle & Mata Machado iniciam um novo ciclo de trabalhos cujo tema central é o Capital, seus mecanismos e estratégias. Dívida (Trilogia do Capital) traz à cena uma das figuras centrais do capitalismo que passou a ocupar, depois de sucessivas crises, todo o espaço da esfera pública: a do sujeito endividado.

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Crédito :Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado

 

28 septembre 2021

Em cartaz no MAS/SP: Paulo Pasta e artistas italianos se destacam no cenário da arte brasileira

Até 8,11. 2021

A mostra LUZ do artista Paulo Pasta apresenta 19 telas que mostra a evolução dos trabalhos do artista ao longo dos anos. Suas obras oferecem poucas opções de cor e seus campos de composição sugerem um enquadramento com pilares arquitetônicos, entablamentos e vigas. Os contrastes sutis entre cores semelhantes fazem com que vibrem e se movam sutilmente para a frente e para trás no espaço. Eles sugerem elegantemente a captura de luz e alude às formas como a luz muda suas características ao longo do dia.

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Crédito : Paulo Pasta

NOSSOS ARTISTAS ITALIANOS

Até 13,11.2021

Um legado importante para o cenário artístico-cultural brasileiro, a exposição Nossos artistas italianos apresenta 81 trabalhos, entre pinturas e esculturas dos séculos XIX e XX, assinados por 21 artistas italianos, muitos deles exibidos pela primeira vez ao público. Além da origem, o elo que liga cada um dos artistas participantes, é a enorme importância que exerceram no cenário artístico brasileiro. Nessa rica trajetória, os italianos introduziram as tendências de art nouveau e o impressionismo europeu na arte brasileira.

Museu de Arte Sacra de São Paulo || MAS/SP

Nossos Artistas Italianos - Antonio Ferrigno

 

Crédito: Antonio Ferrigno

20 septembre 2021

Em cartaz no Rio : Pinakotheke Cultural apresenta a exposição Lygia Clark 100 anos

Até 9,10.2021

A Pinakotheke Cultural, em sua sede do Rio de Janeiro, apresenta, em colaboração com Associação Cultural Lygia Clark, a exposição Lygia Clark (1920-1988) 100 anos, em comemoração ao centenário de nascimento da artista.
Considerada pela crítica de arte brasileira e internacional como uma das artistas mais importantes do século 20, por suas criações pioneiras e originais, Lygia Clark nasceu em Belo Horizonte em 1920 e morreu em 1988 no Rio de Janeiro.

Na celebração de uma das mais importantes artistas brasileiras, a exposição reúne cerca de 100 obras, a maior parte delas inéditas para o público.

Lygia Clark é principalmente conhecida pelas suas pinturas e esculturas porém, ela também trabalhou com instalações e body art. Lygia participou no final dos anos 50, junto com outros seis artistas, da fundação do Grupo Frente, criando o movimento neoconcretista, apresentando obras que tinham como propostas o deslocamento da pintura para longe do espaço claustrofóbico da moldura.

O neoconcretismo surge como uma reação ao excesso de racionalismo do concretismo e pontua a reabilitação da subjetividade no processo criativo artístico. Foi o responsável pelas principais transformações no campo das artes visuais no Brasil. 

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Pinakotheke Cultural - Botafogo – Rio de Janeiro

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20 septembre 2021

Artes visuais: Ana Prata reúne uma seleção das suas obras em novo livro

Defeitos para o mundo dos sérios reúne a produção recente da artista visual Ana Prata. Em meio à seleção de pinturas da artista, é possível acompanhar seu percurso de experimentação, que mistura referências históricas com a presença da interioridade em composições que se valem de uma variedade de formas e procedimentos, numa espécie de jogo com modos de fazer pintura.

Transitando pela ótica do humor e do universo íntimo, a obra de Ana Prata mostra-se como um exercício de seu espírito crítico. “O que vem antes para mim é sempre a matéria, as muitas possibilidades que a pintura oferece, enquanto coisa – é onde existe um enfrentamento”, comenta a artista.

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Ubu Editora

9 septembre 2021

Pandemia da COVID-19: jovens latino-americanos enfrentam insegurança alimentar, violência e desemprego

Na América Latina, jovens mulheres e meninas adolescentes são as mais vulneráveis à má nutrição, à falta de educação e à falta de oportunidades de trabalho, podendo ser obrigadas ao casamento infantil e outras práticas nocivas. 

A insegurança alimentar e as demais dificuldades econômicas latino-americanas foram agravadas pela pandemia da COVID-19 apresentando diversos desafios à juventude da região.

A insegurança alimentar é um dos temas mais preocupantes. De acordo com a ONU, um em cada três jovens percebe escassez de alimentos em sua comunidade. Essa escassez é maior entre pessoas indígenas, pessoas com deficiência e pessoas migrantes e refugiadas. Uma pesquisa demonstrou que 16% das pessoas também não contam com recursos suficientes para comprar alimentos. E apenas um de cada cinco afirma ter recebido algum tipo de apoio do governo para manter sua alimentação.

A pandemia também impactou o acesso à emprego, renda e educação das pessoas jovens. Cerca de 10% afirmaram ter tido aulas canceladas e aqueles que permaneceram com a opção de aula online dizem enfrentar, em maioria, problemas de conexão e acesso a internet. Enquanto isso, as ocupações domésticas e com cuidados cresceram: 13% dizem que passaram a cuidar de algum dependente da família.

A insegurança alimentar e demais dificuldades econômicas impactam diretamente no acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva, assim como ao planejamento reprodutivo. Esses fatores contribuem para altos níveis de fertilidade, morbidades e mortalidades, assim como um alto índice de gravidez na adolescência.

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Fonte: ONU

9 septembre 2021

Em cartaz no MASP: Zahy Guajajara apresenta seus videos Aiku’è e Pytuhem em defesa da cultura indígena

Até 28,11.2021

Zahy Guajajara é uma mulher indígena, multiartista, nascida na aldeia Colônia, na reserva indígena Cana Brava, no Maranhão. 

Aiku’è (R-existo), segundo Zahy, surgiu da necessidade de manifestar o massacre da cultura indígena. A narrativa representa o nascimento de um ser em simbiose com a natureza. A pintura indígena é a primeira identidade, relacionada a ancestralidade e as origens culturais e familiares. 

O vídeo retraça a luta pela inclusão indígena na sociedade sem abrir mão da ancestralidade. “R-existir é a esperança de renascimento para as próximas gerações indígenas”, afirma Zahy.

Já Pytuhem: Uma carta em defesa dos guardiões da floresta, é um vídeo-manifestação no qual Zahy ilustra, por meio de sua história de vida, a jornada de luta dos povos indígenas. Ela fala sobre os Guardiões da Floresta, um grupo Guajajara que luta pela preservação das florestas, sua comunidade e seus rituais. 

Os Guardiões da Floresta em Arariboia (Maranhão), por exemplo, protegem os Awá Guajá, um grupo que não tem nenhum contato com a civilização. Zahy alerta para o fato de que a intensificação do desmatamento causado pelas queimadas de grupos de caçadores e madeireiros está esgotando as reservas de água e alimento dessa comunidade.

Zahy Guajajara, Aiku’è (R-existo), 2017, still(2)

 

Zahy Guajajara em Aiku’è

8 septembre 2021

Festa Literária Internacional de Paraty : Flip confirma as datas da 19ª edição

A Flip confirmou as datas da edição de 2021, sua 19ª edição: a Flipinha (parte educativa da festa voltada à literatura infantil), acontece de 22 a 27 de novembro, e o Programa Principal, com a presença de autores e convidados nacionais e internacionais, de 27 de novembro a 5 de dezembro.

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8 septembre 2021

Em cartaz na Pinacoteca : Noite Longa, instalação inédita do artista André Komatsu

Até 08,11.2021

A instalação Noite Longa explora as relações de poder e os conflitos sociais que permeiam os trabalhos de Komatsu. Nesta obra que estará na Pina, o artista dialoga com as ideias de controle, possibilidade e restrição.

O piso do Octógono será revestido por placas de ferro, onde serão fixadas 51 lanças de aço de 4 metros de altura. Cada uma das lanças estará posicionada a uma distância de 150 cm, criando uma organização com contornos de ordem e hostilidade, além de caracterizar um espaço controlado em que é impossível se movimentar livremente.

Os itens simbolizam bens que embora devessem ser garantidos enquanto direitos básicos, permanecem inacessíveis para grande parte da população, sobretudo em contextos de crise e agravamento das desigualdades sociais.

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