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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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brasil
15 octobre 2015

Seu dinheiro: seja um cientista dos investimentos

Um investidor tem que agir como um cientista. Um cientista nunca se contenta com o conhecimento que tem, nem com os feitos realizados. Não importa quão longe ele tenha chegado ou quão famoso ou rico ele tenha ficado por suas descobertas, o cientista está sempre aprendendo com o que já fez e em busca de criar soluções ainda mais relevantes no futuro.

Para isso, ele pesquisa, analisa, testa, retesta, erra, aprende, erra de novo, aprende mais uma vez e assim, de erro em erro, de aprendizado em aprendizado, ele vai se tornando um cientista cada vez melhor e, por conseguinte, obtendo resultados cada vez melhores.

Para se tornar um bom investidor você precisa agir da mesma maneira que os cientistas. Tentando, errando e aprendendo. Aos poucos, você perceberá que esse aprendizado te tornará um investidor mais competente. E investidores competentes ganham mais dinheiro do que aqueles que são medianos, afinal, esses, muitas vezes, nem dinheiro ganham.

Seu sucesso nos investimentos dependerá do seu desenvolvimento enquanto investidor e a melhor maneira de você conseguir ser um grande investidor é seguindo a mesma trilha que um cientista segue.

Seja um cientista dos investimentos. Você perceberá como isso irá te ajudar a investir seu dinheiro de maneira correta e, consequentemente, obter os resultados almejados. Só não esqueça de fazer o que os grandes cientistas sempre fazem: Tentar, errar, aprender...e ganhar dinheiro ao longo do caminho.

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.

 

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17 septembre 2015

Seu dinheiro : Você conhece a nossa bolsa de valores, a Bovespa ?

Nossa Bolsa de Valores, a BMF Bovespa – assim denominada devido à união da Bolsa de Mercadorias e Futuros, que negociava commodities agrícolas e operações com derivativos financeiros e a Bolsa de Valores de São Paulo, que negociava ações - é o ambiente onde são negociadas as ações das empresas de capital aberto e outros ativos.

Pessoas que querem se desfazer de suas ações recorrem à Bolsa para encontrar as que querem comprar tais ações. Vale ressaltar que atualmente isso ocorre através de plataformas virtuais cedidas pelas corretoras - os home brokers - e não mais no ambiente físico onde antigamente ocorria o pregão presencial.

Nosso mercado de capitais opera exatamente como qualquer outro do mundo. Funciona como um shopping center ou como a feira perto da sua casa. Existem pessoas que vão para vender e pessoas que vão para comprar. A única diferença é que ao invés de camisas, sapatos, televisores e frutas, as pessoas compram e vendem produtos financeiros.

Assim como na feira, os produtos que possuem muita demanda e pouca oferta tem seus preços elevados. Se existe muita gente comprando uma ação e pouca gente vendendo, o preço sobe. Se existe pouca gente comprando e muita gente vendendo, o preço cai, simples assim. Ou seja, é a eterna lei da oferta e da procura regendo o mercado.

O mercado de capitais é fundamental para a economia de qualquer país, pois é através dele que milhares de empregos são gerados, recursos são investidos na economia, as empresas melhoram suas praticas de gestão e transparência, proporcionando benefícios tanto para seus acionistas como para a sociedade de uma maneira geral.

Quando você investe seu dinheiro em alguma empresa, estará se tornando sócio da mesma, com a participação equivalente ao montante de ações que adquiriu. Se você acredita que seu país vai crescer e que a economia e as empresas irão prosperar, a Bolsa é um ótimo local para aplicar seus recursos. Afinal de contas, nada melhor do que fazer parte da economia se quiser usufruir dos benefícios do seu crescimento.

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.

 

 

20 août 2015

Seu dinheiro: mudar de hábito não é fácil!

A maioria das pessoas não sabe, mas boa parte dos seus problemas financeiros existem simplesmente pelo fato delas carregarem consigo hábitos prejudiciais quando se trata de dinheiro.

Não elaborar um orçamento doméstico, comprar por impulso, não definir metas financeiras, não poupar parte do que recebe, não planejar seus investimentos. Esses e muitos outros hábitos são os responsáveis por tornarem a relação do brasileiro com o dinheiro um verdadeiro caos.

Se você não está satisfeito com a sua atual situação financeira, saiba que é plenamente possível construir um futuro mais próspero. A única coisa que você precisa é identificar os hábitos que precisam ser mudados e efetivamente realizar essa mudança!

Evidentemente, não se muda um hábito da noite para o dia. Portanto, sugiro que, dia após dia, semana após semana, mês após mês, você tente ir melhorando seus hábitos atuais. Dessa forma, você estará construindo de forma paulatina, porém consistente, hábitos benéficos para você e, principalmente, seu bolso. A medida que os novos hábitos forem fazendo parte do seu cotidiano, você irá perceber como essas mudanças foram benéficas.

O começo certamente é a parte mais difícil! Temos uma aversão natural a sair da rotina. Dar os primeiros passos rumo a novos hábitos não será fácil. No entanto, conforme você for caminhando rumo a construção de hábitos financeiros mais saudáveis, você se sentirá cada vez mais motivado a seguir em frente. Afinal de contas, o mais difícil já passou e você começa a enxergar os benefícios de suas novas atitudes frente ao dinheiro.

Muita gente me pergunta: “Quanto tempo eu preciso para abandonar os hábitos negativos e criar bons hábitos?” E eu sempre respondo: “Eu não sei!”. Mas de uma coisa eu tenho certeza: quanto antes você começar, mais cedo você chegará ao resultado esperado. Portanto, comece hoje mesmo a desenvolver novos hábitos financeiros. Seu bolso agradece!

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.

 

10 août 2015

SP-Arte/Foto: Imagem do catálogo escolhida !

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Para comemorar o novo projeto da publicação – que vai trazer ensaios e matérias exclusivas, além de todas as informações sobre os expositores e artistas –, a capa foi escolhida de um jeito diferente e inédito: por meio de votação do público no Facebook e no Instagram.

Foram quase mil votos ao todo, e a versão mais votada (somando as duas redes sociais) e escolhida para a impressão, por uma curtíssima margem, foi a número 2, que apresentamos na imagem acima.

A SP-Arte agradece a todos que participaram com seu voto, curtida ou comentário!

E lembre-se: a 9a edição da Feira de Fotografia de São Paulo acontece de 20 a 23 de agosto no shopping JK Iguatemi. Confira aqui a lista de expositores da Feira e não perca!

27 juillet 2015

Seu dinheiro: A crise chegou! E agora ?

Não é de hoje que o Brasil enfrenta uma grave crise político-econômica. Nada mais natural para uma nação que se redemocratizou há menos de trinta anos e ainda busca construir seus primeiros alicerces republicanos.

Desde a época de Dom João, a incompetência e corrupção acompanham nossos governantes. Somando-se a isso uma conjuntura econômica internacional não tão favorável quanto já fora outrora, o resultado dessa equação não poderia ser outro, a não ser recessão, inflação e desemprego. Ou, no popular: “crise”.

A crise é um dos acontecimentos econômico-sociais mais democráticos que existem em uma sociedade. Pobres ou ricos, patrões ou empregados e também aqueles que perderam seus postos de trabalho, fato é: todo mundo reclama da tal crise. No entanto, apesar de todos os males que ela traz a reboque, precisamos tirar os ensinamentos necessários para que todas as tragédias que tem se abatido sobre nós não tenham ocorrido em vão.

Empresas fechando as portas, funcionários perdendo o emprego...Os efeitos são visíveis aos olhos de todos. O que precisamos analisar enquanto empresários e trabalhadores é nossa parcela de culpa em tudo isso. Até que ponto você ter que pedir falência da sua empresa é culpa da crise e até que ponto a culpa é sua? Será que o culpado da sua demissão foi realmente a situação econômica atual ou será que você não se qualificou o suficiente para manter seu cargo?

Evidentemente, é muito mais fácil colocar a culpa na Dilma, na crise, ou no que quer que seja, do que assumirmos nossa culpa no cartório. Ninguém gosta de pensar que é o responsável pelo fracasso de um negócio ou pela própria demissão. É muito mais cômodo colocarmos a culpa em alguém, assim, ela nunca será nossa.

Entretanto, uma das principais lições que esta crise tem nos ensinado é que devemos aproveitar a época das vacas gordas para nos preparar para as vacas magras, pois mais cedo ou mais tarde, elas chegarão.

Quem utilizou os recursos adquiridos com o bom desempenho econômico do Brasil há alguns anos para se preparar para o momento atual, está pronto para enfrentar a crise tanto em termos financeiros quanto de qualificação profissional. Já quem preferiu dormir sobre os louros da vitória pensando que a época de bonança duraria para sempre hoje está pagando - com juros e correção monetária - pelos erros do passado.

O mundo não vai acabar! Da mesma forma que depois da época de vacas gordas vem a de vacas magras, depois das magras, vacas gordas virão. Só espero que da próxima vez, você saiba aproveitar o período de bonança para se preparar para adequadamente para a próxima crise. Pois se existe uma certeza em se tratando de economia é que as crises acontecem periodicamente. Não podemos evitá-las. A única coisa que podemos - e devemos – fazer é nos preparar para elas.

Você está preparado?

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal www.invistafacil.com.

 

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29 juin 2015

Seu dinheiro: Quer investir, mas tem pouco dinheiro ? Leia este artigo !

Uma das perguntas que ouço com maior frequência nos meus cursos e palestras é : “Eu tenho pouco dinheiro, como vou ganhar dinheiro investindo?”

A grande maioria das pessoas pensa que o fato de ter uma quantidade limitada de recursos para investir é uma desvantagem! Não é! E digo mais, se você souber alocar corretamente seu capital, essa aparente desvantagem pode se transformar em uma grande vantagem! Não entendeu? Eu explico!

Ter uma quantia limitada de recursos para aplicar, facilita demais a sua alocação. Você concorda que é muito mais fácil uma empresa que vale R$1 milhão passar a valer R$10 milhões, do que uma de R$1 bilhão, passar a valer R$10 bilhões? Pois bem, isso ocorre pelo simples fato de quanto maior se fica, quanto mais dinheiro se tem, mais escassas vão ficando as possibilidades e mais difícil se torna ganhar dinheiro.

O pequeno investidor, aquele que tem R$5 mil, R$10 mil, R$50 mil para investir, tem à sua disposição oportunidades que os investidores riquíssimos e os Fundos de Investimento com seu patrimônio na casa dos bilhões não tem! Esses grandes players do Mercado precisam buscar opções de investimento nas quais possam alocar suas dezenas de milhões ou bilhões, o que significa que eles só poderão investir nas grandes empresas, esperando que elas se tornem ainda maiores do que já são!

Para os pequenos investidores, essa realidade é diferente. Se você tem pouco dinheiro para investir, pode se beneficiar das oportunidades que os grandes tubarões do Mercado não podem, justamente por serem grandes demais. Você pode investir naquela empresa pequenininha, aquela que vale R$1 milhão. Já alguém que tem uma fortuna para investir, precisa ir atrás de uma outra empresa que seja grande o suficiente para que se possa alocar uma pequena fortuna.

A maioria das oportunidades fora de séries, aquelas que proporcionarão rentabilidades de 20%, 50%, 100% em um único ano estão nas pequenas empresas. Enquanto os “endinheirados” não tem outra opção a não ser investir nas maiores empresas da Bolsa, chamadas de Blue Chips, como Vale, Petrobras, Banco do Brasil, dentre outras, você tem a chance de ficar com as melhores ações, justamente pelo fato de ter pouco capital para investir!

Procure oportunidades que estejam fora do radar. Fora dos noticiários, fora das análises dos economistas, fora das manchetes de jornais. São essas as mais lucrativas!

Você é um Jet-sky em meio a vários transatlânticos! Não faça o que eles fazem! Não navegue por onde eles navegam! Utilize seu tamanho –pequeno- a seu favor! Transforme sua aparente desvantagem em um diferencial competitivo! Essa será a melhor maneira de conseguir alavancar a rentabilidade dos seus investimentos e, em breve, ter muito dinheiro disponível para investir!

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal www.invistafacil.com.

 

1 juin 2015

Seu dinheiro : Se a Dilma não faz a parte dela, faça a sua!

Por Samuel Magalhães

O Brasil está passando pela sua pior crise político-econômica após a era Collor! As televisões, rádios, jornais e revistas fazem questão de nos lembrar disso diuturnamente. O que a impressa esquece de lembrar- talvez por não dar tanto ibope- é que, após o confisco da poupança, a corrida aos bancos, a hiperinflação e o impeachment do início dos anos noventa, veio um período de estabilidade –FHC- e, logo após, um período de crescimento –Lula. Como diria o ditado, “após a tempestade, vem a bonança”. E ela veio para nós!

Nosso país nunca foi referência de grandes políticos, grandes governos ou algo que se aproxime disso. Somos um grande país não por causa dos nossos governantes, mas sim, apesar deles! Sempre foi assim! Desde a época de Dom João é assim. Não vai mudar! Pelo menos, não no curto prazo. O que nós precisamos fazer é voltar a acreditar no nosso país, nas nossas empresas, no nosso trabalho. Em última instância, o que nós precisamos é voltar a acreditar em nós! Quem faz o Brasil é o povo brasileiro e não nossos políticos!

Ok, ok, eu sei que a Dilma não tem ajudado! Ok, além de não ajudar, ela ainda atrapalha! Não é fácil conviver com um governo corrupto, perdulário e incompetente. Eu sei disso! Você também sabe! Mas não é por isso que vamos entregar os pontos. Precisamos parar de reclamar da carga tributária elevada, da falta de mão de obra qualificada, da infraestrutura precária, do enorme spread bancário. Nós já temos muitos problemas. Está na hora de encontrarmos as soluções!

Precisamos parar de nos queixar do dólar elevado que vai adiar nossas compras em Miami e começar a pensar que vai ajudar as exportações e, consequentemente, melhorar nossa balança comercial. Os juros elevados e o crédito escasso travam a economia, mas certamente oferecem oportunidades interessantes para quem está capitalizado. Se está todo mundo atrás de dinheiro, quem o possui dá as cartas, certo?

Quer seja nas famílias, nas empresas ou nos países, as crises derrubam os fracos e fortalecem os fortes! É isso que nós precisamos: ser fortes! Se quisermos sair fortalecidos dessa crise, precisamos utilizá-la em nosso proveito. E só existe uma maneira de fazermos isso: mudando nossas atitudes! São vários os países que viveram crises bem piores do que a qual estamos vivenciando neste momento. Todos os países que conseguiram a proeza de sair dela melhor do que entraram, tem algo em comum: eles aprenderam com seus erros!

Se pensarmos em um cenário mais amplo, para o Brasil sair da crise e conseguir entrar nos eixos novamente, nossa querida Presidenta e sua trupe precisa mudar de postura. Porém, não podemos ficar reféns da boa vontade de um governo que se notabilizou pela sua má vontade com os brasileiros e com o setor produtivo, em particular. O que nós precisamos para sair dessa crise é fazer a nossa parte e parar de esperar a Dilma fazer a parte dela. Precisamos aproveitar a crise para tornar nossas empresas mais bem geridas. Precisamos melhorar nossa produtividade, reduzir nossos custos ao máximo. Precisamos investir – mesmo que de forma parcimoniosa- para que quando a economia voltar a crescer – e ela vai- nós estejamos à frente da nossa concorrência!

samuel

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal InvistaFácil.com.

 

14 mai 2015

Seu dinheiro : O que o budismo tem a ensinar para os investidores!

Nos primórdios do Mercado Financeiro, um dos principais problemas que os investidores enfrentavam era a escassez de informações. Em uma época que o mercado sequer tinha ouvido falar em Governança Corporativa e internet ainda era um sonho distante, obter informações sobre empresas, dados macroeconômicos e estratégias de investimento era um verdadeiro martírio.

Atualmente, vivemos o extremo oposto: temos informações sobre tudo e em excesso. Obviamente, o cenário atual é muito melhor para os investidores. Não pelo excesso ser melhor que a escassez, mas pelo fato de que ao contrário do que ocorria no início da Bolsa de Valores, agora temos a opção de escolher quais informações queremos obter e em que quantidade.

Infelizmente, a maioria dos investidores não sabe usar corretamente os dados disponíveis. Em geral, eles costumam cometer dois erros: ou ignoram os dados completamente e escolhem voltar à Época das Cavernas do mercado; ou eles querem fazer uso de todas as informações disponíveis, o que é praticamente impossível, pelo menos para um ser humano. Ou seja, os investidores ou usam informação demais ou não usam informação nenhuma.

Como diria o velho adágio budista: “a virtude está no caminho do meio”. Em se tratando de investir nosso dinheiro, podemos comprovar essa teoria facilmente!

Veja, se abdicamos completamente de qualquer tipo de informação, estamos dando um tiro no escuro e transformando o investimento em Bolsa de Valores- ou outro investimento qualquer- em mera jogatina! Não é a toa que tantas pessoas associam Bolsa a Cassino. Para um apostador, até o mais sólido dos investimentos se transforma em jogo!

Vejamos agora o outro lado, o dos investidores que colhem e analisam todas as informações disponíveis. Informação é importante, mas informação em excesso pode paralisar e confundir o investidor. Isso acontece por um motivo bem simples: quanto maior o número de dados você analisar, maior se torna a probabilidade deles darem sinais contraditórios.

Apesar de se basear em números, o mundo das finanças está longe de ser uma ciência exata. Você pode, por exemplo, a partir de uma determinada análise, descobrir que a empresa XYZ possui excelentes fundamentos econômicos, ou seja, é uma empresa bem gerida, obtém lucros consistentes, tem um nível de endividamento baixo, etc.

A partir dessa análise pra lá de favorável, você decide investir na empresa. Mas, antes de fazê-lo, você resolve analisar o gráfico da ação e percebe que ela possui uma tendência de queda no curto prazo. O que você faz? Nada! Não investe! Fica parado! E esse é o principal risco de quem analisa “demais”: não consegue chegar à conclusão alguma. Simplesmente porque a todo momento, sempre existirão dados favoráveis e desfavoráveis, independente de qual seja a empresa na qual você pretende investir.

Portanto, a melhor maneira de investir seu dinheiro de maneira segura é definindo uma estratégia de investimento baseada apenas nas informações essenciais para a tomada de decisão e deixar o resto de lado.

O budismo, quem diria, pode nos dar importantes lições quando o assunto é dinheiro. Da próxima vez que for analisar algum investimento, lembre-se: vá pelo caminho do meio!

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro e Palestrante na área de Finanças Pessoais e Investimentos. Para conhecer melhor o trabalho do autor, tirar dúvidas, fazer críticas ou dar sugestões, envie um e-mail para: samuel@invistafacil.com

 

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29 avril 2015

Seu dinheiro: O segredo da felicidade !

Hoje não vou falar de dinheiro, de economia, de investimento, de Bolsa, do dólar, da projeção de preço para o barril do petróleo, de quanto vai subir- ou cair- nosso PIB em 2015, das projeções para a SELIC ou para a inflação. Hoje vou tratar de algo que aparentemente não tem nada a ver com dinheiro, mas que pode ser decisivo na sua vida, inclusive no aspecto financeiro!

E-Q-U-I-L-Í-B-R-I-O! Esta talvez seja a palavrinha mágica que melhor defina a postura que devemos ter a respeito da vida e as nuances que a cercam. Falar é fácil, concordo. Na prática, tudo fica mais difícil. Confesso a você que travei durante muito tempo –e ainda travo- uma enorme batalha para conseguir colocar em pratica tais ensinamentos. Mas, quando o inimigo somos nós mesmos, a batalha é muito mais árdua.

Diariamente, somos obrigados a fazer escolhas: trabalhar e aumentar a chance de ser promovido ou voltar pra casa mais cedo e passar mais tempo com a família? Fazer um MBA ou viajar para o exterior? Tomar refrigerante ou manter o regime? Ir pra academia ou ficar vendo TV? Poupar parte do salário ou torrar esse dinheiro em uma farra com os amigos?

Na ânsia de atingirmos nossos objetivos, tendemos a tomar decisões que priorizam um único aspecto da nossa vida, deixando de lado todos os outros.Basta dar uma olhadinha no instagram para confirmar o que estou falando.

Algumas pessoas são viciadas em trabalho- workaholics- e baseiam todas suas decisões nisso. Já outras, adotaram a saúde como seu mantra pessoal. Academia, exercícios físicos e dietas resumem sua existência! Para outras, a vida se resume a Deus e sua respectiva religião. Alguns só querem saber de festa de segunda a segunda! Já outros, só pensam em ganhar e multiplicar seu patrimônio.

Não importa se você só pensa em trabalho, em Deus, na sua saúde, em festas, em viajar, em ganhar dinheiro ou no que quer que seja! Nossa vida não pode se resumir a um único aspecto, por mais importante que este seja para você!

Dinheiro é importante, óbvio! Porém, mais importante do que ter rios de dinheiro é conseguir equilibrar suas finanças e todos os outros aspectos fundamentais que cercam nossas vidas!

Não existe fórmula para a felicidade, mas acredito que equilibrar corpo, mente e espírito é a melhor forma de chegarmos a este objetivo! Ser feliz é um estado de espírito. Serão pouquíssimos os momentos ao longo da nossa vida que iremos sentir-nos realizados. Aproveite ao máximo quando isso acontecer.

Para todos os outros momentos, sugiro que procure dividir sua atenção para o lado físico, espiritual, intelectual, afetivo e... financeiro. Quanto mais cada um desses aspectos estiver lhe satisfazendo enquanto pessoa, mais fácil chegar ao sucesso nos demais.

O segredo da felicidade não é ser o mais rico, o mais magro, o mais inteligente, o mais trabalhador, mas sim ter um pouco de tudo isso em nossas vidas! O segredo da felicidade, portanto, talvez seja ser: O Mais Equilibrado!

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro e Palestrante na área de Finanças Pessoais e Investimentos. Para conhecer melhor o trabalho do autor, tirar dúvidas, fazer críticas ou dar sugestões acesse: www.invistafacil.com.

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17 avril 2015

Economia e finanças: Desenvolva sua capacidade de poupança com as dicas de Samuel Magalhães

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, ter um bom salário não quer dizer ser independente financeiramente, muito menos ser rico. Sei que esse tipo de afirmação contraria a lógica, mas a lógica, às vezes, precisa ser contrariada.

Conheço um promotor que ganha R$25 mil por mês e, mesmo assim, vivia no cheque especial. Conheço também um vendedor que ganha menos de R$2 mil por mês e ainda consegue economizar pelo menos R$500 todo santo mês.

Como podemos ver, nem um dos melhores salários do funcionalismo público foi suficiente para este homem da lei colocar suas finanças em ordem. Enquanto para o vendedor, um salário bem inferior foi mais do que o bastante para ele pagar todas as suas contas e, ainda por cima, poupar uma boa quantia.

A despeito do que a maioria de nós costuma pensar, os rendimentos pouco dizem sobre nossa saúde financeira. O que realmente conta é nossa Capacidade de Poupança, ou seja, quanto do que recebemos todos os meses conseguimos poupar para investir no nosso futuro e alcançar nossos objetivos.

Um contracheque gordo não é garantia de uma vida financeira bem-sucedida. Se esta pessoa não poupar parte do que ganha e utilizar esses recursos para investir no seu futuro, pode até viver bem pelo resto da vida, mas dificilmente atingirá sua independência financeira. Ganhos elevados, em geral, vem seguidos por gastos também elevados. E, se no fim do mês, sobra pouco ou nada, não importa quanto você tenha ganhado, você simplesmente não conseguiu acumular riqueza.

A maioria das pessoas acredita que a única forma de melhorar suas finanças é aumentando seus rendimentos e acabam esquecendo que tão importante quanto ganhar é poupar parte dos ganhos.

Portanto, independente do quanto você ganhe, caso almeje ter um futuro financeiro próspero, é bom começar a poupar o quanto antes.

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro e Palestrante na área de Finanças Pessoais e Investimentos.

Para saber + : www.invistafacil.com

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