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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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masp
4 novembre 2021

Em cartaz no MASP: A cidade inventada de Ione Saldanha, entre abstração e figuração, geometria e paisagem

De 10,12.2021 até 6,3.2022

A mostra apresenta pinturas figurativas dos anos 1940 até os trabalhos abstratos nos anos 1950 assim como as pinturas em suportes tridimensionais a partir do final dos anos 1960 da artista Ione Saldanha.

Saldanha pintava sobre tela, papel, longas ripas de madeira, bambus, bobinas e, por fim, sobre todos de madeira empilhados. A cor e o construtivismo faziam parte do seu idioma – por um lado, suas várias paletas de cores ao longo dos anos são tão singulares quanto arrebatadoras; por outro, a geometria e a verticalidade sempre foram referências muito fortes na construção de seus trabalhos. 

No centro da obra de Saldanha há uma preocupação com uma certa representação ou invenção da cidade e da arquitetura, fosse ela real ou imaginada, daí o título desta exposição: Ione Saldanha: a cidade inventada. Nesse contexto, a artista passou das paisagens urbanas iniciais a construções arquitetônicas progressivamente abstratas, representadas de maneira fluida, delicada e orgânica, sempre trazendo a marca da mão da artista visível na superfície das pinturas, seja ela bidimensional ou tridimensional. 

Os Bambus, seus trabalhos mais icônicos, complexos, e verdadeiramente inovadores, são esculturas eretas que evocam a cultura brasileira popular e vernacular. De caráter antropomórfico, fazem referência tanto à cidade e à floresta, quanto ao sujeito que as habita, adquirindo uma qualidade instalativa sobretudo quando expostos em conjuntos.

 

Captura de ecrã 2021-11-03, às 10

Crédito: Ione Saldanha / MASP

 

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9 septembre 2021

Em cartaz no MASP: Zahy Guajajara apresenta seus videos Aiku’è e Pytuhem em defesa da cultura indígena

Até 28,11.2021

Zahy Guajajara é uma mulher indígena, multiartista, nascida na aldeia Colônia, na reserva indígena Cana Brava, no Maranhão. 

Aiku’è (R-existo), segundo Zahy, surgiu da necessidade de manifestar o massacre da cultura indígena. A narrativa representa o nascimento de um ser em simbiose com a natureza. A pintura indígena é a primeira identidade, relacionada a ancestralidade e as origens culturais e familiares. 

O vídeo retraça a luta pela inclusão indígena na sociedade sem abrir mão da ancestralidade. “R-existir é a esperança de renascimento para as próximas gerações indígenas”, afirma Zahy.

Já Pytuhem: Uma carta em defesa dos guardiões da floresta, é um vídeo-manifestação no qual Zahy ilustra, por meio de sua história de vida, a jornada de luta dos povos indígenas. Ela fala sobre os Guardiões da Floresta, um grupo Guajajara que luta pela preservação das florestas, sua comunidade e seus rituais. 

Os Guardiões da Floresta em Arariboia (Maranhão), por exemplo, protegem os Awá Guajá, um grupo que não tem nenhum contato com a civilização. Zahy alerta para o fato de que a intensificação do desmatamento causado pelas queimadas de grupos de caçadores e madeireiros está esgotando as reservas de água e alimento dessa comunidade.

Zahy Guajajara, Aiku’è (R-existo), 2017, still(2)

 

Zahy Guajajara em Aiku’è

28 juillet 2021

Notícias sobre cultura: confira a programação cultural do mês selecionada pela redação de Brasilidade

MASP apresenta trabalhos de Regina Vater, uma das pioneiras do video no Brasil

Até 15,08.2021

O MASP apresenta a Sala de Vídeo: Regina Vater. Nela, a instalação Conselhos de uma lagarta (1976), um dos mais icônicos da artista, onde ela intercala sua imagem, filmada durante meses no mesmo ponto de sua casa, com trechos do livro Alice no país das maravilhas em que a protagonista e a lagarta conversam sobre a passagem do tempo e as transformações do corpo. 

F23 - Encontros Fotográficos nos jardins do Clube Paulistano

Até 19,09.2021

O Clube Paulistano apresenta a coletiva F23 - Encontros Fotográficos, exposição totalmente digital que mostra através de totens a produção fotográfica de 23 profissionais da imagem. 

Percorrendo as alamedas do Paulistano, o visitante poderá interagir com os fotógrafos e conhecer um pouco mais sobre os diversos universos criativos de cada artista.

John Graz: idílio tropical e moderno na Pinacoteca

De 31.07.21 a 31.01.22

A Pinacoteca de São Paulo inaugura no final de julho a exposição John Graz: idílio tropical e moderno. 

A exposição, com aproximadamente 155 itens, revisita a trajetória de John Graz, um dos mais importantes nomes do modernismo no Brasil, com foco em sua atuação como artista visual e a dedicação de seus trabalhos à temática indígena, a fauna, flora, história e cultura popular brasileiras.

John Graz: idílio tropical e moderno reflete a visão particular do artista suíço sobre o Brasil, onde viveu a partir de 1920, após alguns anos de formação multidisciplinar na Europa que incluiu cursos de desenho, decoração, arquitetura e artes plásticas.

John Graz Pina 2021

John Graz / Pinacoteca 2021

 

15 avril 2021

MASP : Espetáculo Orquestra música e dança para você aproveitar de casa

O Studio3 Cia. de Dança, em parceria com o MASP Auditório, apresenta, em 15 de abril, às 19h, o espetáculo Orquestra, que celebra Heitor Villa-Lobos (1887-1959). 

O Studio3 realiza um mergulho profundo na obra de Villa-Lobos e quer mostrar ao público o universo daquele que melhor traduziu o Brasil, imprimindo em sua música as origens do povo brasileiro com liberdade e autenticidade. O produtor musical Felipe Venâncio debruçou-se sobre as composições de Villa-Lobos e idealizou para o espetáculo uma trilha sonora exclusivamente com músicas do artista carioca, trazendo raridades fonográficas e fugindo do óbvio. Já o estilista Fause Haten criou os figurinos para o espetáculo.

Ao vivo pelo perfil do MASP no Facebook e no YouTube.

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8 mars 2021

Cultura : programação do MASP destaca artistas mulheres e histórias do Brasil

Em 2021, todas as mostras serão de artistas mulheres que atuam ou atuaram no Brasil e por ocasião do bicentenário da independência do país, em 2022, o MASP dedicará a programação às Histórias brasileiras.

O biênio apresentará novas narrativas visuais, mais inclusivas, diversas e plurais sobre as histórias do Brasil, com diversas exposições individuais e uma grande coletiva, intitulada Histórias brasileiras, que será realizada em 2022, além de palestras, oficinas e publicações.

Neste ano de 2021, a programação de exposições contemplará apenas individuais de artistas mulheres, começando com Conceição dos Bugres no primeiro semestre e seguindo com Erika Verzutti, Maria Martins e Gertrudes Altschul na segunda metade do ano. A sala de vídeo, no segundo subsolo, também abrigará somente trabalhos de mulheres artistas ou de coletivos com presença de mulheres: serão mostras de Ana Pi, Teto Preto, Regina Vater, Zahy Guajajara e Dominique Gonzalez-Foerster ao longo do ano. 

MASP

Avendia Paulista – SP

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27 janvier 2021

Dança : 3a edição da Semana Paulista de Dança tem programação gratuita

MASP no YouTube

Até 29,01.2021

3a edição da Semana Paulista de Dança tem programação gratuita e inclui espetáculos e bate-papos entre diretores, coordenadores artísticos e bailarinas de cinco grandes companhias de dança.

A programação de 2021 contará com apresentações do Balé da Cidade de São Paulo, Theater Lüneburg (Alemanha), Quasar Cia de Dança e Studio3 Cia de Dança. O Balé Folclórico da Bahia fará o encerramento. Todos os espetáculos foram gravados antes da pandemia e serão transmitidos pelo canal do museu no YouTube.

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11 août 2020

MASP: Projeto Música no Vão volta em edição online

Show de estréia ocorrerá em 14 de agosto com a cantora e compositora MC Tha e a dançarina Munique Costa

Transmissão ao vivo via YouTube

Fechado desde março de 2020 por conta da pandemia de covid-19, o MASP segue estudando estratégias para promover encontros, a distância, entre a arte e o público. Como parte desse processo, o museu decidiu retomar as apresentações musicais, mas no ambiente virtual. 

Estão previstas edições ao longo do segundo semestre de 2020. Dançarinos irão promover workshops das 18h às 19h, e os shows serão das 19h às 20h ---ambos ocorrerão no auditório do MASP, sem plateia. As transmissões serão ao vivo e feitas pelo perfil do MASP no YouTube.

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27 janvier 2020

Presença feminina : MASP anuncia aquisição de 296 trabalhos de artistas mulheres em 2019

Em 2019, o MASP dedicou toda sua a programação de exposições, publicações, oficinas, cursos e palestras ao eixo temático "Histórias das mulheres, histórias feministas". As mostras individuais incluíram as artistas Akosua Adoma Owusu, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Catarina Simão, Djanira da Motta e Silva, Gego, Jenn Nkiru, Laura Huertas Millán, Laure Prouvost, Leonor Antunes, Lina Bo Bardi e Tarsila do Amaral, além de duas coletivas, "Histórias das mulheres: artistas até 1900" e "Histórias feministas: artistas depois de 2000". 

Nesse contexto, todas as aquisições de obras do ano passado tiveram em comum o objetivo de aumentar a presença de mulheres artistas no acervo do museu. O resultado se traduz agora em 296 trabalhos de 21 artistas contemporâneas, um coletivo e artistas do século 19.

Segundo Isabella Rjeille, curadora de "Histórias feministas: artistas depois de 2000" e responsável pela maioria das aquisições, "esse é um passo histórico para o museu rumo a uma representação menos desigual na História da Arte em nosso acervo, conhecido principalmente pelas presenças brancas, masculinas e de origem europeia". 

Leonor Antunes

 

Crédito: Leonor Antunes 

 

 

22 septembre 2019

MASP apresenta Histórias feministas : artistas depois de 2000

Até 17,11.2019

MASP - Avenida Paulista - SP

Esta exposição reúne 30 artistas e coletivos que emergiram no século 21 e que trabalham com base em perspectivas feministas.

O ciclo de Histórias das mulheres, histórias feministas do MASP destaca a produção de mulheres artistas, de diferentes nacionalidades, gerações e origens, com o objetivo de promover discussões sobre feminismos e a representatividade no campo das artes. 

Não existe uma definição única do que constituiriam as práticas e as estratégias feministas na arte, mas há o entendimento plural de suas vertentes, considerando as diversas formas de atuação e as especificidades dos contextos em que elas se inserem, por isso, foram chamadas histórias feministas, no plural. 

No entanto, é possível afirmar que os feminismos são respostas às precariedades materiais, às violações físicas e psicológicas, aos silenciamentos e às subalternidades vivenciadas por mulheres diversas, ao longo de histórias patriarcais e passados muitas vezes coloniais. 

A aproximação entre feminismo e arte é compreendida aqui como uma prática capaz de provocar fricções e diálogos trans-históricos e transnacionais, capaz de revirar e confrontar imaginários, histórias e narrativas apagadas, elaborar corpxs e sujeitxs como ferramentas de luta e transformação política, expor sistemas de poder que perpetuam hierarquias de gênero, raça e classe, e que mantêm tudo o que está relacionado ao “feminino” como sendo menor ou inferior. 

Parte deste ciclo anual, são organizadas mostras de Djanira da Motta e Silva, Lina Bo Bardi, Tarsila do Amaral, Anna Bella Geiger, Leonor Antunes, Gego, Catarina Simão, Jenn Nkiru, Akosua Adoma Owusu, Laura Huertas Millán e Anna Maria Maiolino.

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"“Admiring Polvo de Gallina Negra, Mistresses of Feminist Art”, Kaj Osteroth & Lydia Hamann, 2016.

Crédito: Smina Bluth/Divulgação"

15 janvier 2019

Rubem Valentim : figura fundamental da arte brasileira com referências africanas expõe no MASP

Construções afro-atlânticas reúne no MASP  90 obras do pintor, escultor e gravador Rubem Valentim (Salvador, 1922-SãoPaulo, 1991), figura fundamental da arte brasileira e das histórias afro-atlânticas no século 20. 

As complexas composições do artista representam os orixás das religiões afro-brasileiras—como o machado duplo de Xangô, a flecha de Oxóssi e as hastes de Ossaim.  

A exposição fica em cartaz até 10 de março de 2019 no MASP.

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Foto: Rubem Valentim

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