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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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Brasilidade, notícias com um toque brasileiro e latino americano
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crise
27 juillet 2015

Seu dinheiro: A crise chegou! E agora ?

Não é de hoje que o Brasil enfrenta uma grave crise político-econômica. Nada mais natural para uma nação que se redemocratizou há menos de trinta anos e ainda busca construir seus primeiros alicerces republicanos.

Desde a época de Dom João, a incompetência e corrupção acompanham nossos governantes. Somando-se a isso uma conjuntura econômica internacional não tão favorável quanto já fora outrora, o resultado dessa equação não poderia ser outro, a não ser recessão, inflação e desemprego. Ou, no popular: “crise”.

A crise é um dos acontecimentos econômico-sociais mais democráticos que existem em uma sociedade. Pobres ou ricos, patrões ou empregados e também aqueles que perderam seus postos de trabalho, fato é: todo mundo reclama da tal crise. No entanto, apesar de todos os males que ela traz a reboque, precisamos tirar os ensinamentos necessários para que todas as tragédias que tem se abatido sobre nós não tenham ocorrido em vão.

Empresas fechando as portas, funcionários perdendo o emprego...Os efeitos são visíveis aos olhos de todos. O que precisamos analisar enquanto empresários e trabalhadores é nossa parcela de culpa em tudo isso. Até que ponto você ter que pedir falência da sua empresa é culpa da crise e até que ponto a culpa é sua? Será que o culpado da sua demissão foi realmente a situação econômica atual ou será que você não se qualificou o suficiente para manter seu cargo?

Evidentemente, é muito mais fácil colocar a culpa na Dilma, na crise, ou no que quer que seja, do que assumirmos nossa culpa no cartório. Ninguém gosta de pensar que é o responsável pelo fracasso de um negócio ou pela própria demissão. É muito mais cômodo colocarmos a culpa em alguém, assim, ela nunca será nossa.

Entretanto, uma das principais lições que esta crise tem nos ensinado é que devemos aproveitar a época das vacas gordas para nos preparar para as vacas magras, pois mais cedo ou mais tarde, elas chegarão.

Quem utilizou os recursos adquiridos com o bom desempenho econômico do Brasil há alguns anos para se preparar para o momento atual, está pronto para enfrentar a crise tanto em termos financeiros quanto de qualificação profissional. Já quem preferiu dormir sobre os louros da vitória pensando que a época de bonança duraria para sempre hoje está pagando - com juros e correção monetária - pelos erros do passado.

O mundo não vai acabar! Da mesma forma que depois da época de vacas gordas vem a de vacas magras, depois das magras, vacas gordas virão. Só espero que da próxima vez, você saiba aproveitar o período de bonança para se preparar para adequadamente para a próxima crise. Pois se existe uma certeza em se tratando de economia é que as crises acontecem periodicamente. Não podemos evitá-las. A única coisa que podemos - e devemos – fazer é nos preparar para elas.

Você está preparado?

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal www.invistafacil.com.

 

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1 juin 2015

Seu dinheiro : Se a Dilma não faz a parte dela, faça a sua!

Por Samuel Magalhães

O Brasil está passando pela sua pior crise político-econômica após a era Collor! As televisões, rádios, jornais e revistas fazem questão de nos lembrar disso diuturnamente. O que a impressa esquece de lembrar- talvez por não dar tanto ibope- é que, após o confisco da poupança, a corrida aos bancos, a hiperinflação e o impeachment do início dos anos noventa, veio um período de estabilidade –FHC- e, logo após, um período de crescimento –Lula. Como diria o ditado, “após a tempestade, vem a bonança”. E ela veio para nós!

Nosso país nunca foi referência de grandes políticos, grandes governos ou algo que se aproxime disso. Somos um grande país não por causa dos nossos governantes, mas sim, apesar deles! Sempre foi assim! Desde a época de Dom João é assim. Não vai mudar! Pelo menos, não no curto prazo. O que nós precisamos fazer é voltar a acreditar no nosso país, nas nossas empresas, no nosso trabalho. Em última instância, o que nós precisamos é voltar a acreditar em nós! Quem faz o Brasil é o povo brasileiro e não nossos políticos!

Ok, ok, eu sei que a Dilma não tem ajudado! Ok, além de não ajudar, ela ainda atrapalha! Não é fácil conviver com um governo corrupto, perdulário e incompetente. Eu sei disso! Você também sabe! Mas não é por isso que vamos entregar os pontos. Precisamos parar de reclamar da carga tributária elevada, da falta de mão de obra qualificada, da infraestrutura precária, do enorme spread bancário. Nós já temos muitos problemas. Está na hora de encontrarmos as soluções!

Precisamos parar de nos queixar do dólar elevado que vai adiar nossas compras em Miami e começar a pensar que vai ajudar as exportações e, consequentemente, melhorar nossa balança comercial. Os juros elevados e o crédito escasso travam a economia, mas certamente oferecem oportunidades interessantes para quem está capitalizado. Se está todo mundo atrás de dinheiro, quem o possui dá as cartas, certo?

Quer seja nas famílias, nas empresas ou nos países, as crises derrubam os fracos e fortalecem os fortes! É isso que nós precisamos: ser fortes! Se quisermos sair fortalecidos dessa crise, precisamos utilizá-la em nosso proveito. E só existe uma maneira de fazermos isso: mudando nossas atitudes! São vários os países que viveram crises bem piores do que a qual estamos vivenciando neste momento. Todos os países que conseguiram a proeza de sair dela melhor do que entraram, tem algo em comum: eles aprenderam com seus erros!

Se pensarmos em um cenário mais amplo, para o Brasil sair da crise e conseguir entrar nos eixos novamente, nossa querida Presidenta e sua trupe precisa mudar de postura. Porém, não podemos ficar reféns da boa vontade de um governo que se notabilizou pela sua má vontade com os brasileiros e com o setor produtivo, em particular. O que nós precisamos para sair dessa crise é fazer a nossa parte e parar de esperar a Dilma fazer a parte dela. Precisamos aproveitar a crise para tornar nossas empresas mais bem geridas. Precisamos melhorar nossa produtividade, reduzir nossos custos ao máximo. Precisamos investir – mesmo que de forma parcimoniosa- para que quando a economia voltar a crescer – e ela vai- nós estejamos à frente da nossa concorrência!

samuel

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal InvistaFácil.com.

 

18 juin 2013

Manifestations au Brésil : colère et violence sous fond de crise économique et politique

Les manifestations ont déjà eu lieu en 12 capitales avec des scènes de violence et un nouveau rassemblement est prévu pour aujourd'hui (18/06) sur la Praça da Sé à São Paulo. Au moins 15 journalistes ont été blessés alors qu'ils couvraient les manifestations à São Paulo. Le cas le plus grave est celui du photographe Sérgio Silva, Futura Press, touché à l'œil par une balle en caoutchouc.

Les manifestations qui ont paralysé le pays dans la nuit de lundi dernier ont comme origine le réajustement du prix des tarifs des transports publics et un conflit avec la police militaire de São Paulo. Néanmoins, les manifestants laissent transparaître un sentiment d'insatisfaction avec la mauvaise qualité des services publics, la corruption et l’augmentation des dépenses publiques avec la Coupe du Monde 2014.

Crise économique et politique : les protestations brésiliennes sont devenues l’expression générale d’un mécontentement à l'égard de la classe politique nationale et, bien que n'étant pas spécifiquement adressée à la Présidente Dilma Rousseff, elles se produisent à un moment où Dilma lutte contre une croissance économique médiocre et se prépare pour les élections de l'année prochaine. Il y a là donc un signe d’alerte pour le gouvernement PT qui cherche la réélection.

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