04.11.15

Seu dinheiro: e se o Brasil não acabar ?

A cada novo dia, mais e mais fatos negativos acerca da realidade brasileira surgem nos nossos noticiários. Televisões, rádios, jornais e revistas não nos deixam esquecer que estamos vivendo uma crise. Uma crise econômica, uma crise política, uma crise, acima de tudo, de valores morais.

Estamos perdidos em meio ao caos, acuados entre o fogo cruzado de Brasília. O executivo manda bala no legislativo que, por sua vez, revida o fogo vindo daquele. Os governantes que até outrora eram aliados, passaram a ser rivais.

Vivemos em um país submerso na corrupção e incompetência dos governantes, no qual um ex-presidente que foi tirado do poder volta como Senador e baluarte da moral e dos bons costumes. Um país no qual a presidente da República, o presidente da Câmara e do Senado são, na melhor das hipóteses, pessoas de caráter duvidoso e que só conhecem preceitos éticos dos livros de filosofia que leram na faculdade – se é que o leram.

Enquanto Brasília submerge diante do maior escândalo de corrupção da história do Brasil e talvez até mesmo do mundo, nossa excelentíssima presidenta – com p minúsculo mesmo - , chegou ao absurdo de dizer que “não houve corrupção no meu Governo”. Como assim?

Tudo isso fez com que nossa economia fosse se deteriorando pouco a pouco, até chegarmos aonde estamos hoje. Desemprego, recessão, taxa de juros elevadas, inflação, enfim...pior mesmo, só se a gente fosse a Venezuela!

Saúde, educação, segurança, estradas, portos, aeroportos...tudo é superfaturado e nada funciona. Vivemos em um país em que as pessoas querem estar no poder para se servir do povo e não para servir ao povo.

Em meio a esse cenário de caos pré-apocalíptico, nada mais natural do que muitos acreditarem que o país não terá condições de superar essas adversidades que se impuseram no caminho e que irá sucumbir em meio a tantos problemas.

No entanto, a história nos mostra que são justamente em momentos em que as coisas estão à beira do precipício, que os problemas parecem sem solução e que os desafios dão a impressão de serem grandes demais para superarmos é que conseguimos verdadeiramente mostrar a força do nosso povo e dar a volta por cima.

Não é de hoje que venho dizendo que o caos que se instalou no país e a conjuntura atual para lá de desfavorável trás consigo excelentes oportunidades. Oportunidade para quem sempre sonhou em ter o seu negócio próprio tirar o projeto do papel, oportunidade para quem sempre deixou o dinheiro parado na poupança começar a investir. Oportunidades, oportunidades e mais oportunidades.

Talvez você esteja perguntando: Mas e a crise? Vou abrir meu negócio justamente quando todos os outros estão fechando? Vou começar a investir quando a Bolsa está sofrendo perdas sucessivas? Sim você vai!

Se você quiser ganhar dinheiro é exatamente isso que tem que fazer. Afinal, ir para onde leva a maré nunca fez ninguém descobrir uma ilha paradisíaca, muito menos encontrar excelentes oportunidades de ganhar dinheiro.

Samuel (39)

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro e Palestrante,

Ele é o fundador do portal www.invistafacil.com 

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30.10.15

FESTIVAL NAA edição 2015

Mosteiro de Arnoso / V.N. Famalicão

31 Outubro > 01 Novembro

ENTRADA GRATUITA

Depois de cinco edições nas quais contou com a presença de inúmeros artistas plásticos, fotógrafos, realizadores, músicos, produtores, formadores e conferencistas, o Festival NAA deslocaliza-se e reinventa-se num novo formato. Em 2015, o festival muda-se para a igreja do Mosteiro de Arnoso numa intervenção de dois dias, levando uma exposição colectiva internacional de fotografia, escultura sonora/instalação, live video e concertos/performances a um espaço onde o peso histórico proporciona a criação dos diálogos entre a pedra, o som e a imagem.

Horários

31 outubro - a partir das 21h

01 Novembro - das 10h às 12h / das 14h às 20h

PROGRAMA

31 OUTUBRO / 22h

live performance

* CINTA ADHESIVA (Espanha)

Projecto literário-musical, com música de Jesús Andrés com os textos de Silvia Penas. Contam com os visuais ao vivo de Area Erina.

+info : www.cintaadhesiva.org

* NAA ENSEMBLE (Portugal)

Para esta sessão, o ensemble conta com músicos oriundos de vários projectos e colectivos como Was An Outsider, Mikele and The Mattress, MFFM ou Tresor&Bosxh, com a participação de convidados. Visuais ao vivo a cargo de Miguel F.

+info : www.honeysound.com

31 OUTUBRO > 1 NOVEMBRO

fotografia e instalação

Exposição colectiva internacional com a apresentação de obras inéditas, em conjunto com obras presentes no espólio do festival.

(Portugal, Ucrânia, Inglaterra, Romênia, E.U.A., Irão, Finlândia e Israel)

* ANNA TEA

* FILIPE COELHO

* GAVIN PHILLIPS

* IRINA D. MAGUREAN

* MARS GOMES

* MARIA JOÃO BRAGA

* MÁRIO J. NEGRÃO

* NAOMI WHITE

* NEGAR BEHBAHANI

* RINAT SCHNADOWER

* TUOMAS KOSKIALHO

Para saber +:: www.galeriasment.wordpress.com

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15.10.15

Seu dinheiro: seja um cientista dos investimentos

Um investidor tem que agir como um cientista. Um cientista nunca se contenta com o conhecimento que tem, nem com os feitos realizados. Não importa quão longe ele tenha chegado ou quão famoso ou rico ele tenha ficado por suas descobertas, o cientista está sempre aprendendo com o que já fez e em busca de criar soluções ainda mais relevantes no futuro.

Para isso, ele pesquisa, analisa, testa, retesta, erra, aprende, erra de novo, aprende mais uma vez e assim, de erro em erro, de aprendizado em aprendizado, ele vai se tornando um cientista cada vez melhor e, por conseguinte, obtendo resultados cada vez melhores.

Para se tornar um bom investidor você precisa agir da mesma maneira que os cientistas. Tentando, errando e aprendendo. Aos poucos, você perceberá que esse aprendizado te tornará um investidor mais competente. E investidores competentes ganham mais dinheiro do que aqueles que são medianos, afinal, esses, muitas vezes, nem dinheiro ganham.

Seu sucesso nos investimentos dependerá do seu desenvolvimento enquanto investidor e a melhor maneira de você conseguir ser um grande investidor é seguindo a mesma trilha que um cientista segue.

Seja um cientista dos investimentos. Você perceberá como isso irá te ajudar a investir seu dinheiro de maneira correta e, consequentemente, obter os resultados almejados. Só não esqueça de fazer o que os grandes cientistas sempre fazem: Tentar, errar, aprender...e ganhar dinheiro ao longo do caminho.

Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante, fundador do Portal www.invistafacil.com e do instagram @oinvestidor.

 

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06.10.15

Encontros da Imagem : Exposição coletiva Poder e Ilusão no Mira Forum

Com : António Pedrosa, Inês D'Orey, Lara Jacinto, Paulo Pimenta e Pedro Neves

Poder e Ilusão, tema do Festival Encontros da Imagem 2015, é uma exposição coletiva que reúne obras de quatro fotógrafos e um cineasta que trabalham em um documentario que tem Portugal como pano de fundo.


António Pedrosa apresenta The green and blue at Corvo Island, trabalho desenvolvido na ilha do Corvo, Açores, que aborda o aumento anual da população.


Inês d'Orey apresenta Limbo, em que, a partir de retratos de jovens manifestantes, propõe uma reflexão sobre uma geração indignada que, ao mesmo tempo, ...se encontra paralisada e num estado de suspensão.


Lara Jacinto, com o projeto 350.000, aborda o tema da viagem e representa os milhares de portugueses que nos últimos anos partiram de Portugal.


Paulo Pimenta, em Os Novos Muros, reflete a rutura, os obstáculos que cortam as cidades que nos enclausuram e separam, uma separação sem retorno.


Pedro Neves, em Hospedaria apresenta os indícios deixados numa antiga hospedaria que, durante muitos anos, hospedou dezenas de pessoas quase sempre ligadas à prostituição, à carência e à precariedade.
Os cinco artistas projetam nos seus trabalhos memórias de pessoas, lugares e ambientes de um outro tempo que existe ainda em Portugal atualmente.


Entrada livre. Exposição até 31 de outubro 2015 no Mira Forum

Rua de Miraflor, 155, Campanhã, Porto

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10.08.15

SP-Arte/Foto: Imagem do catálogo escolhida !

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Para comemorar o novo projeto da publicação – que vai trazer ensaios e matérias exclusivas, além de todas as informações sobre os expositores e artistas –, a capa foi escolhida de um jeito diferente e inédito: por meio de votação do público no Facebook e no Instagram.

Foram quase mil votos ao todo, e a versão mais votada (somando as duas redes sociais) e escolhida para a impressão, por uma curtíssima margem, foi a número 2, que apresentamos na imagem acima.

A SP-Arte agradece a todos que participaram com seu voto, curtida ou comentário!

E lembre-se: a 9a edição da Feira de Fotografia de São Paulo acontece de 20 a 23 de agosto no shopping JK Iguatemi. Confira aqui a lista de expositores da Feira e não perca!

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27.07.15

Seu dinheiro: A crise chegou! E agora ?

Não é de hoje que o Brasil enfrenta uma grave crise político-econômica. Nada mais natural para uma nação que se redemocratizou há menos de trinta anos e ainda busca construir seus primeiros alicerces republicanos.

Desde a época de Dom João, a incompetência e corrupção acompanham nossos governantes. Somando-se a isso uma conjuntura econômica internacional não tão favorável quanto já fora outrora, o resultado dessa equação não poderia ser outro, a não ser recessão, inflação e desemprego. Ou, no popular: “crise”.

A crise é um dos acontecimentos econômico-sociais mais democráticos que existem em uma sociedade. Pobres ou ricos, patrões ou empregados e também aqueles que perderam seus postos de trabalho, fato é: todo mundo reclama da tal crise. No entanto, apesar de todos os males que ela traz a reboque, precisamos tirar os ensinamentos necessários para que todas as tragédias que tem se abatido sobre nós não tenham ocorrido em vão.

Empresas fechando as portas, funcionários perdendo o emprego...Os efeitos são visíveis aos olhos de todos. O que precisamos analisar enquanto empresários e trabalhadores é nossa parcela de culpa em tudo isso. Até que ponto você ter que pedir falência da sua empresa é culpa da crise e até que ponto a culpa é sua? Será que o culpado da sua demissão foi realmente a situação econômica atual ou será que você não se qualificou o suficiente para manter seu cargo?

Evidentemente, é muito mais fácil colocar a culpa na Dilma, na crise, ou no que quer que seja, do que assumirmos nossa culpa no cartório. Ninguém gosta de pensar que é o responsável pelo fracasso de um negócio ou pela própria demissão. É muito mais cômodo colocarmos a culpa em alguém, assim, ela nunca será nossa.

Entretanto, uma das principais lições que esta crise tem nos ensinado é que devemos aproveitar a época das vacas gordas para nos preparar para as vacas magras, pois mais cedo ou mais tarde, elas chegarão.

Quem utilizou os recursos adquiridos com o bom desempenho econômico do Brasil há alguns anos para se preparar para o momento atual, está pronto para enfrentar a crise tanto em termos financeiros quanto de qualificação profissional. Já quem preferiu dormir sobre os louros da vitória pensando que a época de bonança duraria para sempre hoje está pagando - com juros e correção monetária - pelos erros do passado.

O mundo não vai acabar! Da mesma forma que depois da época de vacas gordas vem a de vacas magras, depois das magras, vacas gordas virão. Só espero que da próxima vez, você saiba aproveitar o período de bonança para se preparar para adequadamente para a próxima crise. Pois se existe uma certeza em se tratando de economia é que as crises acontecem periodicamente. Não podemos evitá-las. A única coisa que podemos - e devemos – fazer é nos preparar para elas.

Você está preparado?

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal www.invistafacil.com.

 

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01.06.15

Seu dinheiro : Se a Dilma não faz a parte dela, faça a sua!

Por Samuel Magalhães

O Brasil está passando pela sua pior crise político-econômica após a era Collor! As televisões, rádios, jornais e revistas fazem questão de nos lembrar disso diuturnamente. O que a impressa esquece de lembrar- talvez por não dar tanto ibope- é que, após o confisco da poupança, a corrida aos bancos, a hiperinflação e o impeachment do início dos anos noventa, veio um período de estabilidade –FHC- e, logo após, um período de crescimento –Lula. Como diria o ditado, “após a tempestade, vem a bonança”. E ela veio para nós!

Nosso país nunca foi referência de grandes políticos, grandes governos ou algo que se aproxime disso. Somos um grande país não por causa dos nossos governantes, mas sim, apesar deles! Sempre foi assim! Desde a época de Dom João é assim. Não vai mudar! Pelo menos, não no curto prazo. O que nós precisamos fazer é voltar a acreditar no nosso país, nas nossas empresas, no nosso trabalho. Em última instância, o que nós precisamos é voltar a acreditar em nós! Quem faz o Brasil é o povo brasileiro e não nossos políticos!

Ok, ok, eu sei que a Dilma não tem ajudado! Ok, além de não ajudar, ela ainda atrapalha! Não é fácil conviver com um governo corrupto, perdulário e incompetente. Eu sei disso! Você também sabe! Mas não é por isso que vamos entregar os pontos. Precisamos parar de reclamar da carga tributária elevada, da falta de mão de obra qualificada, da infraestrutura precária, do enorme spread bancário. Nós já temos muitos problemas. Está na hora de encontrarmos as soluções!

Precisamos parar de nos queixar do dólar elevado que vai adiar nossas compras em Miami e começar a pensar que vai ajudar as exportações e, consequentemente, melhorar nossa balança comercial. Os juros elevados e o crédito escasso travam a economia, mas certamente oferecem oportunidades interessantes para quem está capitalizado. Se está todo mundo atrás de dinheiro, quem o possui dá as cartas, certo?

Quer seja nas famílias, nas empresas ou nos países, as crises derrubam os fracos e fortalecem os fortes! É isso que nós precisamos: ser fortes! Se quisermos sair fortalecidos dessa crise, precisamos utilizá-la em nosso proveito. E só existe uma maneira de fazermos isso: mudando nossas atitudes! São vários os países que viveram crises bem piores do que a qual estamos vivenciando neste momento. Todos os países que conseguiram a proeza de sair dela melhor do que entraram, tem algo em comum: eles aprenderam com seus erros!

Se pensarmos em um cenário mais amplo, para o Brasil sair da crise e conseguir entrar nos eixos novamente, nossa querida Presidenta e sua trupe precisa mudar de postura. Porém, não podemos ficar reféns da boa vontade de um governo que se notabilizou pela sua má vontade com os brasileiros e com o setor produtivo, em particular. O que nós precisamos para sair dessa crise é fazer a nossa parte e parar de esperar a Dilma fazer a parte dela. Precisamos aproveitar a crise para tornar nossas empresas mais bem geridas. Precisamos melhorar nossa produtividade, reduzir nossos custos ao máximo. Precisamos investir – mesmo que de forma parcimoniosa- para que quando a economia voltar a crescer – e ela vai- nós estejamos à frente da nossa concorrência!

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Samuel Magalhães é Consultor Financeiro, Palestrante e Fundador do Portal InvistaFácil.com.

 

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14.05.15

Seu dinheiro : O que o budismo tem a ensinar para os investidores!

Nos primórdios do Mercado Financeiro, um dos principais problemas que os investidores enfrentavam era a escassez de informações. Em uma época que o mercado sequer tinha ouvido falar em Governança Corporativa e internet ainda era um sonho distante, obter informações sobre empresas, dados macroeconômicos e estratégias de investimento era um verdadeiro martírio.

Atualmente, vivemos o extremo oposto: temos informações sobre tudo e em excesso. Obviamente, o cenário atual é muito melhor para os investidores. Não pelo excesso ser melhor que a escassez, mas pelo fato de que ao contrário do que ocorria no início da Bolsa de Valores, agora temos a opção de escolher quais informações queremos obter e em que quantidade.

Infelizmente, a maioria dos investidores não sabe usar corretamente os dados disponíveis. Em geral, eles costumam cometer dois erros: ou ignoram os dados completamente e escolhem voltar à Época das Cavernas do mercado; ou eles querem fazer uso de todas as informações disponíveis, o que é praticamente impossível, pelo menos para um ser humano. Ou seja, os investidores ou usam informação demais ou não usam informação nenhuma.

Como diria o velho adágio budista: “a virtude está no caminho do meio”. Em se tratando de investir nosso dinheiro, podemos comprovar essa teoria facilmente!

Veja, se abdicamos completamente de qualquer tipo de informação, estamos dando um tiro no escuro e transformando o investimento em Bolsa de Valores- ou outro investimento qualquer- em mera jogatina! Não é a toa que tantas pessoas associam Bolsa a Cassino. Para um apostador, até o mais sólido dos investimentos se transforma em jogo!

Vejamos agora o outro lado, o dos investidores que colhem e analisam todas as informações disponíveis. Informação é importante, mas informação em excesso pode paralisar e confundir o investidor. Isso acontece por um motivo bem simples: quanto maior o número de dados você analisar, maior se torna a probabilidade deles darem sinais contraditórios.

Apesar de se basear em números, o mundo das finanças está longe de ser uma ciência exata. Você pode, por exemplo, a partir de uma determinada análise, descobrir que a empresa XYZ possui excelentes fundamentos econômicos, ou seja, é uma empresa bem gerida, obtém lucros consistentes, tem um nível de endividamento baixo, etc.

A partir dessa análise pra lá de favorável, você decide investir na empresa. Mas, antes de fazê-lo, você resolve analisar o gráfico da ação e percebe que ela possui uma tendência de queda no curto prazo. O que você faz? Nada! Não investe! Fica parado! E esse é o principal risco de quem analisa “demais”: não consegue chegar à conclusão alguma. Simplesmente porque a todo momento, sempre existirão dados favoráveis e desfavoráveis, independente de qual seja a empresa na qual você pretende investir.

Portanto, a melhor maneira de investir seu dinheiro de maneira segura é definindo uma estratégia de investimento baseada apenas nas informações essenciais para a tomada de decisão e deixar o resto de lado.

O budismo, quem diria, pode nos dar importantes lições quando o assunto é dinheiro. Da próxima vez que for analisar algum investimento, lembre-se: vá pelo caminho do meio!

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro e Palestrante na área de Finanças Pessoais e Investimentos. Para conhecer melhor o trabalho do autor, tirar dúvidas, fazer críticas ou dar sugestões, envie um e-mail para: samuel@invistafacil.com

 

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29.04.15

Seu dinheiro: O segredo da felicidade !

Hoje não vou falar de dinheiro, de economia, de investimento, de Bolsa, do dólar, da projeção de preço para o barril do petróleo, de quanto vai subir- ou cair- nosso PIB em 2015, das projeções para a SELIC ou para a inflação. Hoje vou tratar de algo que aparentemente não tem nada a ver com dinheiro, mas que pode ser decisivo na sua vida, inclusive no aspecto financeiro!

E-Q-U-I-L-Í-B-R-I-O! Esta talvez seja a palavrinha mágica que melhor defina a postura que devemos ter a respeito da vida e as nuances que a cercam. Falar é fácil, concordo. Na prática, tudo fica mais difícil. Confesso a você que travei durante muito tempo –e ainda travo- uma enorme batalha para conseguir colocar em pratica tais ensinamentos. Mas, quando o inimigo somos nós mesmos, a batalha é muito mais árdua.

Diariamente, somos obrigados a fazer escolhas: trabalhar e aumentar a chance de ser promovido ou voltar pra casa mais cedo e passar mais tempo com a família? Fazer um MBA ou viajar para o exterior? Tomar refrigerante ou manter o regime? Ir pra academia ou ficar vendo TV? Poupar parte do salário ou torrar esse dinheiro em uma farra com os amigos?

Na ânsia de atingirmos nossos objetivos, tendemos a tomar decisões que priorizam um único aspecto da nossa vida, deixando de lado todos os outros.Basta dar uma olhadinha no instagram para confirmar o que estou falando.

Algumas pessoas são viciadas em trabalho- workaholics- e baseiam todas suas decisões nisso. Já outras, adotaram a saúde como seu mantra pessoal. Academia, exercícios físicos e dietas resumem sua existência! Para outras, a vida se resume a Deus e sua respectiva religião. Alguns só querem saber de festa de segunda a segunda! Já outros, só pensam em ganhar e multiplicar seu patrimônio.

Não importa se você só pensa em trabalho, em Deus, na sua saúde, em festas, em viajar, em ganhar dinheiro ou no que quer que seja! Nossa vida não pode se resumir a um único aspecto, por mais importante que este seja para você!

Dinheiro é importante, óbvio! Porém, mais importante do que ter rios de dinheiro é conseguir equilibrar suas finanças e todos os outros aspectos fundamentais que cercam nossas vidas!

Não existe fórmula para a felicidade, mas acredito que equilibrar corpo, mente e espírito é a melhor forma de chegarmos a este objetivo! Ser feliz é um estado de espírito. Serão pouquíssimos os momentos ao longo da nossa vida que iremos sentir-nos realizados. Aproveite ao máximo quando isso acontecer.

Para todos os outros momentos, sugiro que procure dividir sua atenção para o lado físico, espiritual, intelectual, afetivo e... financeiro. Quanto mais cada um desses aspectos estiver lhe satisfazendo enquanto pessoa, mais fácil chegar ao sucesso nos demais.

O segredo da felicidade não é ser o mais rico, o mais magro, o mais inteligente, o mais trabalhador, mas sim ter um pouco de tudo isso em nossas vidas! O segredo da felicidade, portanto, talvez seja ser: O Mais Equilibrado!

O autor: Samuel Magalhães é Consultor Financeiro e Palestrante na área de Finanças Pessoais e Investimentos. Para conhecer melhor o trabalho do autor, tirar dúvidas, fazer críticas ou dar sugestões acesse: www.invistafacil.com.

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20.04.15

Mortes no Mediterrâneo : União Européia assiste de braços cruzados ao massacre dos imigrantes

Diante de milhares de pessoas desesperadas que fogem de guerras e crises, a Europa mantém suas fronteiras fechadas e protegidas.

O chefe da organização internacional Médicos Sem Fronteiras, Loris De Filippi, atacou a inação dos países europeus frente às repetidas tragédias envolvendo imigrantes e comparou o número de mortos na região ao de zona de guerra. "Uma vala comum está se formando no Mar Mediterrâneo e as políticas europeias são também responsáveis por isso".

O premiê italiano, Matteo Renzi, questiona : "Como nos mantemos insensíveis ao testemunhar populações inteiras morrendo em tempos em que as modernas formas de comunicação permitem que nós saibamos de tudo?"

Segundo a ONU, apenas em 2015, 35 mil pessoas cruzaram o Mediterrâneo em viagens clandestinas. No mesmo período, 950 mortes foram registradas, sem contar com a disparição dos 700 imigrantes do naufrágio do último sábado (18).

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